O que esperar do e-commerce em 2012?
AmigosPara o mercado de e-commerce, o ano de 2011 começou um tanto conturbado. A B2W, dona das marcas submarino.com, americanas.com, shoptime.com e ingresso.com teve sérios problemas no Natal de 2010 e milhares de e-consumidores foram lesados com isso.Hoje a B2W é, ainda, o principal player do mercado e quando acontece algo com a líder, querendo ou não, a culpa cai nas outras marcas, independentemente do tamanho da marca ou loja.Vamos lembrar que, nós planners, trabalhamos com uma palavra complicada mas fundamental para o sucesso das nossas ações: "percepção".Se o submarino.com não entregou meu produto, a bitmart.com.br vai entregar?? Pasmem, mas a Bitmart não só vai entregar, como será no prazo e com um atendimento nota 10! Reputação na web é tudo e a percepção passa por isso.Alguns podem falar que o submarino tem muito mais vendas e entregas, ok, mas cada um tem que ter a noção do seu tamanho e estar preparado para isso!Em 2012 vimos, assim com em outros anos, um grande crescimento de lojas virtuais. Tanto lançamento de lojas 100% online como lojas físicas migrando para o online. Isso é excelente, empresários estão vendo a web como um novo canal de vendas, a notícia ruim é que o mercado ainda engatinha no país!Achar que e-commerce é tendência é estar defasado, que ele está consolidado é ser precipitado. Estamos vivendo o meio termo.Apenas 30 dos 195 milhões de pessoas que moram no Brasil vão comprar ao menos um produto via loja online em 2011. Bom número, mas bem pequeno frente a população do Brasil.Espera-se que em 2012, 40 milhões de pessoas comprem, mas até o fim do mesmo ano, serão mais de 200 milhões de pessoas morando no Brasil e a proporção continua pequena! Menos de 20% da população vai comprar online.Para 2012 eu espero crescimento não apenas de e-consumidores, mas também de lojas, vendas, portifolio de produtos e de qualidade nas lojas.Espero ver ações de marca e respeito com o consumidor se consolidando. Sonho???Esses fatores serão os pilares para o crescimento das lojas online. O marketing será fundamental e quanto mais inovações, relacionamento e pesquisa para entender comportamento de consumo maiores serão as chances de sucesso! E não fechem os olhos para a comunicação 360o só por que a sua loja é 100% online!Estratégias diferenciadas, inovadoras e mesmo as "feijão com arroz" como links patrocinados no Google serão essenciais para crescimento, entretanto, de nada valerá tudo isso sem ter um elemento primordial no processo: PESSOASNão adianta analytics, TGI, Marplan, ComScore, Ibope, adwords sem inteligência humana por trás!!! Não adianta as ideias mirabolantes sem alguém que as execute!O diferencial de uma empresa são os talentos que nela estão! Será que a Tecnisa seria o que é sem Romeo Busarello, Paulo Schiavon, Denilson Novelli e sua equipe??? Difícil...Nos últimos eventos que fui, a pergunta principal vem ao encontro do parágrafo acima. Quem faz a diferença são as pessoas, ok, mas onde estão essas pessoas, esses talentos? Essa é uma pergunta que o mercado inteiro faz!As poucas que conhecem e-commerce estão nos grandes players ou tem suas próprias lojas. Tirar essas pessoas desse ambiente significa investir muito dinheiro em salário e benefícios. Então a solução é formar esses profissionais.Mas onde e como??A Ecommerce School faz um excelente trabalho e a Univ Anhembi Morumbi tem um MBA na área. Esse já é um começo, porém são cursos que preparam o aluno para ter sua loja.E quem já tem?Como aumentar vendas? Como se relacionar? Como saber quem é meu publico? Como impactar de forma relevante? Como inovar, entrar no Mobile ou achar o melhor portal para anunciar? Como uso palavras-chaves para alavancas meu negócio??Essas respostas podem ser dadas com uma única palavra: estratégiaPlaneje, pense, avalie e entenda o que e como fazer para elevar as suas vendas, afinal, de nada adianta ter uma loja online que não gere lucros, certo??Para você que quer saber mais sobre como ampliar as vendas da sua marca, construíndo um nome forte, aumentando o seu relacionamento, atuando em Redes Sociais, a Faculdade Impacta de Tecnologia lança seu curso de férias ESTRATÉGIAS DE MARKETING DIGITAL PARA E-COMMERCE. Um curso com professores como Gustavo Zanotto, Marcelo Trevisani e Paulo Schiavon (ambos Tecnisa), Leonardo Xavier (PontoMobi), Euripedes MAgalhães (Ogilvy), Maurício Salvador (GS Ecommerce) entre outros. CLIQUE AQUI e faça a sua inscrição! AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: curso de e-commerce, E-commerce, estratégia de marketing digital, estratégia de redes sociais, estratégia para e-commerce, mídia online, mobile marketing, redes sociais
Top Planejamento - Parte II
Amigos.Segue a 2a e última parte do evento Top de Planejamento 2011Palestra Mari Zampol: Para onde você olha?• O planejamento está sempre pensando em como surpreender o cliente: como melhorar a entrega, a ação, os resultados?• “Só se liberta quem muda a direção do olhar”• Planners buscam novos caminhos para construir uma marca• Vivemos a sociedade do conhecimento• O ser humano está recebendo muita informação ao mesmo tempo. Nunca se escreveu tanto. Nunca as informações estavam tão disponíveis• Pessoas tem necessidade de realização• As marcas estão trabalhando com estímulos• As vezes as pessoas veem tanto alguma coisa que não conseguem dizer o se aquilo é bom ou ruim. Simplesmente vivem. Cabe ao planner estimular que o usuário diga a marca o que desejam• Planners devem viver a vida do target para conseguir traçar uma estratégia de relacionamento entre marcas e consumidores• Nada está pronto. DesconfieAprenda, discuta, entenda, veja novas culturas• Cultura de convergênciaConstruir histórias que ganham vida em diversos meiosDemanda da inovação pode vir de qualquer lugar, como o Will.I.am na Intel• Nada surpreendeÉ muito acesso a informaçãoQuando algo nos supreende damos a sensação as pessoas que somos desconectados, desatualizados• Ameaça do labirinto: Muitos planejamentos com muitas informações, muitas tendências mas sem links entre elas. Planejamento é ter foco.• Informação não é a solução. É o começo e o contorno da história; histórias que o planejamento devem contar.• O planejamento deve buscar a emoção que ativa a surpresa nas pessoas• Posicionamento de marca é algo altamente importante. A Talent dá muita atenção a esse dado, tanto que muitas das suas marcas tem o mesmo posicionamento há anos.• “É preciso olhar o planejamento com sensibilidade para achar os problemas e as soluções dos clientes. Intuição é a parte mágica do planejamento e essa mágica pode estar em qualquer lugar” – Julio Ribeiro.• Pesquisas qualitativas estão abrindo para a criatividade dos pesquisados. Usando a co-criação para dar insights ao planejamento e criação.• A promessa do planejamento não pode ser vazia ou soar falsa. É preciso entender a promessa de marca e o que o consumidor deseja• Planner vivem! Vivem experiências, vivem a vida do consumidor• Momentos mágicos são os momentos de transformação• Mesmo conceitos muito usados ou “batidos” se falados de outra forma podem ser relevantes. Todo o banco trabalha junto com seus clientes, mas o Santander se apropriou desse posicionamento e está crescendo muito.Palestra José Renato: Mobile Marketing• Mobile X Portatil: O celular é mobile pois você pode usar enquanto se locomove. O Notebook não.• Uma pessoa olha em média 150 vezes por dia para o seu celular• 50% da população mundial tem um aparelho de celular• Segundo o Mashable (Dez/2010), 40% dos tweets são enviados por disponíveis móveis• Celular não é mídia. É uma plataforma de:ComunicaçãoEntretenimentoOrganizador pessoalMedia CenterPagamentos• Tendência para mobile são aplicativos de aproximação, onde o usuário aproxima o aparelho em um dispositivo que gere alguma ação.Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed Brasport); Adquira já o seuAbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: #espm, #top, Felipe Morais, Julio Ribeiro, Mari Zampol, mobile marketing, planejamento estrategico digital, Top de Planejamento
Celular é uma paixão nacional
Amigos.Com 185 milhões de aparelhos ativos, e perspectiva de crescimento para 190 até o fim desse ano - vamos lembrar que o Natal está chegando - o brasileiro pode se considerar um povo apaixonado pelo aparelho. Vindo para a agência hoje, passei na porta de um Cursinho e as 7h da manhã (rodízio é fogo...) pude perceber que 10 a cada 10 alunos que estavam na porta do Cursinho possuiam um celular em mãos, sendo que a maioria estava com fones nos ouvidos. Tinha um até jogando um game enquanto outro amigo, que segurava um celular, observava.Tente sair de casa sem o aparelho e veja o quanto você também depende dele. Recentemente eu fui dar uma aula e ao sair de casa, em um sábado, na correria deixei o aparelho em casa. Confesso que passei a aula inteira preocupado com quem poderia me ligar.Hoje, na newsletter do site Mobilepedia - que eu recomendo a assinatura - Marcelo Castelo Branco (editor do site) publicou uma pesquisa da consultoria GFK mostrando que o celular é o eletrônico mais importante para os brasileiros.Segundo a pesquisa, os entrevistados deveriam dar uma nota de 1 a 10 sobre a importância do aparelho em suas vidas. A nota média foi de 8,67. Se fosse na escola o celular teria passado com nota 9!!!Dos entrevistados, 87% disseram que possuem aparelho celular. Em seguida vem o DVD, com 80%, depois a câmera digital, com 49%.O aparelho não é para nichos, bom, se 185 milhões de aparelhos estão ativos no Brasil - e entenda-se que não são 185 milhões de pessoas que possuem o aparelho - isso mostra que ele já é um produto de massa e pensando com a cabeça de um profissional de planejamento estratégico digital, o celular já uma mídia de massa e uma ferramenta importante no quesito relacionamento.Lembrando que relacionamento na internet é muito importante para uma marca. Na web o que gera retorno (vendas, cadastros, acessos, engajamento, downloads) é o relacionamento que o usuário tem com aquela marca no ambiente digital. Ainda apresentando dados da pesquisa, os jovens são os que mais possuem celular no Brasil, 90% dos entrevistados, com idades entre 18 e 24 anos, possuem o aparelho e 95% dos entrevistados, com idades entre 25 e 34 anos têm o eletrônico. Após os 56 anos de idade, este índice cai bastante, 73% dos entrevistados desta faixa etária possuem celular. Em quase todos os itens analisados, há uma predominância do sexo masculino sobre o feminino e das classes A e B em comparação as C e D.
Cada vez mais, estamos vendo o crescimento do uso do celular para diversas modalidades. Uma pesquisa da PontoMobi mostra que apenas 15% das vezes que pegamos no aparelho é para fazer a sua função básica: ligações!
Esse ano, o crescimento da venda de Smartphones no Brasil passou dos 128% e é importante lembrar que ninguém compra um Smartphone porque o celular é mais bonito. As pessoas querem usar todas as funções do aparelho como foto, vídeo, games, aplicativos e claro, usar a Internet!
Sua marca ainda está fora do mobile? Porque?
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A 2a turma da Pós-Graduação de Marketing Digital da Faculdade Impacta de Tecnologia já está com as matrículas abertas. Clique aqui e saiba como se diferenciar no mercado de trabalho!
Bom feriado!
Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe
Marcadores: crescimento do celular no Brasil, livro de planejamento digital, Marketing Digital, mobile marketing, Pesquisa sobre mobile, Smartphone
Mercado do celular no Brasil
Amigos.
Não é de hoje que acompanhamos o alto crescimento do mercado de celulares no Brasil, em 2006 passamos dos 100 milhões de aparelhos, o que foi muito comemorado no país, mas hoje, 4 anos depois, vivemos uma outra realidade.
Se desde o seu lançamento até 2006, 100 milhões de aparelhos estavam funcionando (linhas habilitadas) de 2006 a 2011 veremos esse número dobrar!!!
Você conhece alguém que não tenha celular?
Dificilmente alguém responderá que sim, e há uma grande chance dessa pessoa que você conheça ser da classe baixa, diria classe DE, pois na classe AB o número de pessoas sem o aparelho é baixíssimo! Talvez as pessoas acima dos 60 anos.
Para profissionais de PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL esse começa a ser um dado muito interessante, pois nós, temos que sempre pensar no conceito de Presença Digital da marca, onde o mobile é um dos pilares mais importantes, ao lado de Redes Sociais e Buscadores na busca pelo consumidor de nossos produtos.
Além dessa busca, nós profissionais da área, devemos entender a cabeça do consumidor e como ele interage com as mídias e ferramentas, entender que hoje a pessoa sai de casa sem a carteira, guarda-chuva, blusa de frio, mas nunca sem o celular, aliás, carteira tende a "morrer" em breve com o crescimento do pagamento pelo celular que deve funcionar como cartão de crédito e débito.
O Banco do Brasil já tem uma tecnologia que você saca dinheiro nos terminais do banco sem uso do cartão!!! O que mais será inventado? Vamos ver isso com o tempo!
Mas voltando aos dias de hoje, são aproximadamente 189 milhões de pessoas no Brasil para 185 milhões de aparelhos habilitados. Entende-se que há a sobreposição, onde uma mesma pessoa possui 2 ou 3 celulares - com o crescimento da Nextel então, é fácil ver uma pessoa com um celular na mão e o rádio da Nextel - considerado celular, claro - na outra.
A expectativa do mercado é que 2010 feche com aproximadamente 190 milhões de aparelhos, mas ainda não chegará ao número da população que deve chegar a 191 milhões, mas em 2011, os aparelhos celulares (rádios, smartphones, celulares normais, iPhones) devem passar o número de habitantes no país.
Eu acredito que isso deva ocorrer no máximo até o Dia das Mães, 2a época que mais se vende o aparelho no Brasil (1a é o Natal).
Segundo um dos principais sites do mercado de mobile marketing no Brasil, o Mopilepedia, hoje o país tem 924 aparelhos por 1.000 habitantes, mas ainda sim está atrás da Argentina e Chile que passam dos 1.000 aparelhos por 1.000 habitantes, mas o Brasil chega lá em pouco tempo.
Além disso, o site ainda apresenta estudos de uso da web no celular, onde para cada 1.000 habitantes, 365 tem acesso a web via celular, o que representa 16,3% da base de usuários de celular assinantes do serviço (internet no aparelho), por "feeling" podemos prever que 100% da base de Smartphones tem esse serviço, mas ainda a penetração desse aparelho é baixa, não atingindo 7% do número de celulares ativos no país.
Fonte: http://www.mobilepedia.com.br/noticias/numero-de-celulares-no-brasil-deve-ser-maior-do-que-o-de-habitantes-em-2011
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Participe da 1a rede para Planners Digitais
Abraços e bom final de semana
Felipe Morais
@plannerfelipe
Marcadores: Celular, estudos de uso da web no celular, Felipe Morais, livro de planejamento digital, Marketing Digital, mídia online, mobile marketing
Mobile nos EUA em crescimento! E no Brasil?
Amigos.Mais uma vez, desculpem ontem pelo pos "CTRL C + CTRL V" do site IDGNow. Não gosto de fazer isso, mas prefiro publicar algum assunto relevante a vocês do que simplesmente manter o post do dia anterior.Para os planners digitais, um dos assuntos que cada vez mais temos que dominar, é o Mobile Marketing, afinal, se a Internet é a mídia do futuro (ou será presente???) o Mobile tem TUDO para ser o grande veículo de acesso a rede, afinal, nem é preciso falar o quanto nós "seres humanos" somos totalmente dependentes desse aparelho!Para os planejamentos estratégicos digitais, ações em Mobile devem SEMPRE ser analisadas, afinal, querendo ou não as pessoas possuem celular e se compram Smartphones ou acesso 3G é porque buscam conteúdo! Buscam acessar a web. Onde as marcas devem estar também??? Enquanto campanhas de banner dão em média 0,5% de retorno, de Mobile chegam a 10% de CTR.Só no Brasil, em recente matéria publicada pelo site Meio & Mensagem, já são 8 celulares para cada 10 habitantes, isso que o Dia das Mães ainda nem tinha passado quando esse dado foi publicado; e sabe-se que ao lado do Natal, são os dias que mais vendem aparelhos no Brasil. (sim é por isso que você não deve aguentar mais ver Claro, Vivo, Oi, Tim em campanhas pesadas em TODAS as mídias).Não vai demorar muito para que haja um celular por habitante no Brasil; lembrando que há muitas pessoas - COMO EU - que possuem mais de um aparelho... no meu caso, tenho o meu pessoal e um da empresa, FTPI. Conheço pessoas que tem 3...Recentemente o Ibope Nielsen Online divulgou que há cerca de 23 milhões de usuários residenciais de web, um número expressivo, mas o próprio Ibope admite que no Brasil são mais de 50 milhões de usuários; o DataFolha diz ser 62 milhões (esse é o número global, incluindo Lan Houses, trabalho, escolas, faculdades, cybercafé entre outros).Bom, quanto mais gente, melhor, quem sabe assim os anunciantes não abrem os olhos para a web, e lembrando... Internet não é apenas banner e banner NÃO TEM QUE SER sempre clicável!! Internet é muito mais do que isso, teoria que eu defendo com unhas e dentes no meu Livro: Planejamento Estratégico Digital (Ed. Brasport).Se aqui no Brasil há 23 milhões de usuários residenciais de web, nos EUA existem 22,4 milhões de usuários de web via CELULAR!!! Como sempre, os EUA estão a nossa frente, mesmo que os brasileiros sejam os que mais usam a web no mundo!!! Isso em horas navegadas, em acesso aos principais players do mundo como Google, YouTube, Orkut, Windows Live Messeger...Segundo pesquisa divulgada no site Mobilepedia, em apenas um ano, o número de usuários que acessam a web via celular dobrou. O interessante é que essa pesquisa americana, não computa acesso as Redes Sociais, uma das principais atividades via celular em todo o planeta! Segundo a pesquisa o aumento em um ano de acesso a Redes Sociais via celular, apenas nos EUA foi de 427%. O principal acesso dos americanos a web pelo celular é: ler notícias.Sites financeiros tiveram aumento de 188%; bom podemos creditar isso a grande crise financeira que o mundo enfrenta, claro, menos o Brasil, afinal essa crise que fez a Chrysler quebrar e a GM quase falir é apenas uma marolinha para o Sr. Lula.O perfil do usuário de celular móvel nos EUA é: Metade dos homens entre 18 e 34 usa o telefone celular para obter notícias e informações financeiras. A internet móvel também é usada por 40% das mulheres entre 18 e 24 anos.Esse perfil não parece familiar ao nosso país? Faça uma rápida pesquisa ao seu redor e veja quantas pessoas acessam a web pelo celular e o perfil delas.Aqui na FTPI, dentre os 30 funcionários do escritório de São Paulo, sei que 8 acessam a web pelo celular, na maioria das vezes para ver e-mails. Desses 8, 5 tem BlackBerry, eu tenho um Nokia N95 8Gigas e há ainda mais 2 Smartphones da Nokia. A idade varia de 30 a 75 anos e tem 2 mulheres e 6 homens.No Brasil, em recente dado do IDGNow apenas 3,1 milhões de pessoas acessam via 3G. Já é um bom número, mas muito baixo se comparado ao cenário americano ou mesmo ao número de brasileiros que acessam a web via PCs.Se o Brasileiro tem mania de achar que tudo o que vem dos EUA é melhor, porque então não começamos a acessar mais a web do celular - claro sem deixar de acessar via PC??? E porque será que ainda há tanta restrição a investir na web, mesmo mostrando esses números?
Até Tim Berners-Lee, criador da Word Wide Web aposta em Internet Móvel. Segundo ele disse no evento www2009: “o futuro é se conectar por meio do telefone celular, já que o aparelho é “muito barato nas nações em desenvolvimento” e pode funcionar como “um grande servidor” de informação e comunicação”.
Se até o "pai da Internet" acredita que o Mobile é o futuro, porque as marcas ainda ficam com pé atrás???
"Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em MAIO? Faça como muitas pessoas, mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre. Enviarei um convite com maior prazer"AbraçosFelipe MoraisMarcadores: acesso via celular, Livro de Planejamento, mobile marketing, números da web no brasil, Planejamento Estratégico Digital, Usuários de internet no Brasil
Digital Media Experience II
Amigos.Conforme prometido, esse post vai abordar o evento Digital Media Experience II – Interatividade & Convergência do Marketing Digital 2.0 - que aconteceu no último dia 11 de março aqui na cidade de São Paulo. Evento organizado pela CorpBusiness, Telecom Magazine e InterIT.Graças a um convite da empresa de Adserver, Única onde meu amigo Élcio Santos é o diretor comercial, eu pude presenciar o evento, que contou com grandes nomes do mundo digital como Abel Reis (presidente Agência Click), Michel Lent (gerente geral Ogilvy), Marcelo Coutinho (Diretor do IBOPE), Guilherme Ridenboim (presidente IAB Brasil e Yahoo!), André Almeida (diretor da Editora Abril), Leonardo Xavier (Sócio-diretor PontoMobi), Roberto Eckersdorff (CEO da Única) entre outros. O evento foi marcado por agências e veículos abordando MUITO o tema: redes sociais, como montar um bom planejamento estratégico digital dentro dessa nova “febre da web” iniciada em 2004 pelo Orkut. Apenas para entender a importância das redes sociais, no começo de março (2009) foi publicada uma pesquisa que mostra que o uso de redes sociais superou o uso de e-mails. Quer deixar sua marca fora desse cenário?Uma das frases temas do evento, foi dita por André Almeida da Editora Abril: “Anunciantes, não adianta você pensar em entrar nas redes sociais. Você já está!”Sendo o 2º veículo de massa no Brasil, a web – segundo a IAB Brasil – tem entre 50 a 55 milhões de usuários de web, que dedicam-se cerca de 25% do seu tempo no dia para a web. Há 2 anos, o Brasil é recordista em média de horas navegando; entretanto, os acessos via PCs estão caminhando para se tornar secundário, pois o celular a cada dia está com mais tecnologia para acesso e com a vantagem de estar SEMPRE ao lado dos mais de 150 milhões de pessoas que o possuem. As pessoas compram celulares com acesso 3G porque estão atrás de conteúdo! O que as marcas estão esperando para planejar melhor a sua marca na Internet?Segundo Leonardo Xavier, as operadoras já possuem mais de 30 milhões de celulares Opt-in, ou seja, aptos a receber mensagens publicitárias das marcas e não apenas das operadoras.Os usuários, com o advento da web 2.0 se transformaram em produtores de conteúdo; os blogs não são mais pessoais. A partir do momento que o blogueiro publicou o conteúdo (como eu estou fazendo) ele se tornou público. Cabe aos outros usuários filtrarem o conteúdo para ler esse blog. Os RSS estão se tornando grande armas para esse filtro. Cada vez mais, conteúdos de qualidade estão ganhando espaço na web, pois em média 52% dos usuários lêem blogs, 57% atualizam seus perfis em redes sociais e 68% fazem upload de vídeos no YouTube. Esses 3 dados são os maiores do mundo! O Brasil é um dos 10 países mais fortes em web e o primeiro do mundo em “apaixonados pela rede”. Repito a pergunta: Cadê as marcas planejando a sua comunicação digital com mais força?Uma pergunta que ficou sem resposta no evento, discute novas tendências do mundo digital: Hoje o usuário cria conteúdo. Publica no blog, Twitter, Facebook, Orkut, YouTube. Mas até quando isso será uma novidade? Até quando as pessoas vão se interessar por esse tipo de ação? Qual serão as novas febres da web no futuro, para as próximas gerações?Isso é algo a se pensar... talvez o crescimento de ações em 3D tal qual eu publiquei na “Dica da semana” de 6ª passada ou conteúdo para celular. Mesmo assim, esse é o desafio das marcas: Como trabalhar daqui 10 anos com consumidores 100% digitais, consumidores que hoje possuem 10, 11 anos e que já usam a Internet muito mais que seus pais. Quando eles estiverem com 20, 21 anos serão grandes consumidores. Como criar planejamentos para atingi-los?Para Abel Reis (Agência Click), a web fez com que o tempo se tornasse elástico, pois o usuário pode fazer 10 coisas ao mesmo tempo. Nesse ponto, eu concordo com ele, basta eu ir na casa da minha prima Daniela e ver meu primo Bruno de 15 anos. Ele estuda, pesquisa no Google, responde e-mail, conversa pelo MSN, Google Talk, baixa MP3, ouve as MP3 que já estão no seu computador, pesquisa blogs e sites que falem do Palmeiras, atualiza seu perfil no Orkut e Facebook e ainda lhe sobra tempo para escrever no Twitter. Tudo ao mesmo tempo. Para nós, planejadores digitais, que cuidamos das marcas no ambiente digital, saber desse comportamento é importantíssimo.Abel apresentou conceitos que a sua agência – a principal do mercado digital no país – acredita no momento de criar os planejamentos digitais dos inúmeros clientes que tem. Resumidamente são: NOMANDISMO: A qualquer momento as pessoas tem acesso a web via celular, Bluetooth, Wi-Fi entre outros. DES’SITE’LIZAÇÃO: Site com “múltiplas pernas” – grande presença digital, usando principalmente as redes sociais. EXPERIÊNCIA SINESTÉSICA: Presença digital fora da web. OPEN SOURCE BRANDING: Usuários trabalhando as marcas em redes sociais – o discurso das marcas não pertencem mais só a elas. Pertencem aos consumidores também. Segundo Michel Lent: “Vivemos em um mundo onde a informação está muito disseminada, aberta e transparente. Não se pode mais mentir. As pessoas descobrem e divulgam isso”. Mais uma vez, as redes sociais trabalhando junto a marca, tanto para o bem, como para o mal (da marca).Marcelo Coutinho (IBOPE) apresentou o um conceito o qual ele tem trabalhado com seus cliente, o SOCIALCAST, que se torna o contrário do BroadCast, onde um veículo fala com milhares de pessoas; no SocialCast, milhares de pessoas falam com milhares de pessoas, mais uma vez, o tema redes sociais em discussão, que na opinião do IBOPE – após pesquisas – são os novos formadores de opinião, diferente do cenário de 10 anos atrás onde o formador de opinião era o colunista da Folha ou o âncora do Jornal Nacional. Hoje existem milhares de “Willians Bonners” espalhados pela web brasileira. E para os planners isso é outro dado importante para levar em conta nos planejamentos de comunicação digital.Aqui vai um dado IMPORTANTE para os profissionais de planejamento que estão lendo esse blog: O usuário é EMOCIONAL, ele – em muitos casos – publica conteúdo para ser inserido ou mais aceitos em redes sociais. Ele interage com a rede para formar mais amigos. Lembrando que hoje, os amigos são os 318 contatos do Orkut!!!Mas se adaptar a esse novo cenário não é fácil. As marcas ainda tem medo de trabalhar com esse novo cenário. Sabem que uma ação mal feita, pode destruir sua reputação: “As marcas estão nuas. O consumidor fala o que quer, para quem quiser e quando querer” – Abel Reis. Na minha opinião, seguindo o que Abel disse: não tratar bem esse cliente, corre-se um grande risco dele passar a seus contatos suas experiências ruins. É muito mais fácil eu escrever mal da NET (operadora de TV a cabo que me irrita a cada semana com uma nova burrice) do que elogiar o serviço da Samsung em resolver meu problema com o DVD de casa em 2 minutos de ligação. Redes sociais estão criando uma nova denominação que veem ganhando cada vez mais força: Advogados da marca. São pessoas que defendem as marcas que gostam e usam. Eu, por exemplo, sou um defensor da Crawford, Siberian (marcas de roupas) e da Chevrolet. Se me perguntarem sobre que carro comprar, prefiro um Chevrolet a um Fiat. Talvez a minha opinião possa influenciar a compra do carro do meu pai, mãe, irmã ou primo. Identificar esses advogados é um trabalho que deve ser feito de forma minuciosa dos profissionais de planejamento estratégico digital.Em uma pesquisa feita por uma das empresas do evento (desculpe, mas realmente não lembro qual) um dos consumidores pesquisados disse: “Vale a pena falar bem de uma boa marca”. Redes sociais potencializam o boca-a-boca. Há 20 anos atrás, um cliente bem atendido falava em média para 4 pessoas. Hoje fala para 11.Imagina se esse consumidor possui um blog com mais de 2 mil acessos por mês. Ele é um formador de opinião, logo, um post seu falando bem da Coca-Cola PODE vender mais refrigerantes do que um banner na home do ObaOba, por exemplo. Em tempo, eu já gerenciei uma campanha onde post em 17 blogs gerou 3,5 mil acessos ao hotsite de uma promoção de um produto, ao passo que 5 banners em portais não geraram 1,2 mil clicks, logo, consegui 3,5 mil clicks GRATUÍTOS ao cliente, ao passo que a agência que eu trabalhava conseguiu apenas 1,2 mil e ele pagou – e pagou alto – para comprar MUITAS impressões e conseguir esses clicks, que representou cerca de 0,6% de CTR (para aqueles não muito familiarizados. Os 1,2 mil clicks representaram 0,6% da compra TOTAL de impressões).Redes sociais estão ai. Não tem como voltar. Querendo ou não as marcas JÁ ESTÃO nelas. Basta saber agora como trabalhar isso. E os profissionais mais preparados – ou que deveriam ser – para trabalhar as marcas no cenário Web 2.0, somos nós PLANNERS DIGITAIS.Quer participar do lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL em Abril? Me mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com que vou incluir seu nome no mailing com prazer.AbraçosFelipe Morais Marcadores: Abel Reis, Corpbusiness, Digital Media Experience II, Google, Ibope, Leonardo Xavier, Livro de Planejamento, Michel Lent, mobile marketing, MP3, Planejamento Digital
Tecnologias que vão impactar o Mobile até 2010
Amigos.Esse blog visa abordar sempre novidades do mundo do marketing digital, afinal, é um planner digital escrevendo para interessados no assunto. Sei que um dos principais assuntos do momento é pouco abordado aqui, se refere ao MOBILE MARKETING, algo que está em franco crescimento no país, prova disso é o sucesso da empresa de Leonardo Xavier, a PontoMobi e suas mais de 100 campanhas em pouco mais de um ano de existência.Mas hoje vou falar desse assunto, que infelizmente é totalmente desconhecido para diversos anunciantes, entretanto há muitos planejadores estratégicos que estão estudando esse assunto a fundo. Como eu por exemplo.Eu abordo muito desse tema em meu livro: Planejamento Estratégico Digital, que será lançado em Abril.Uma pena que "quem paga a conta" não entenda do poder dessa mídia, pois com mais de 150 milhões de celulares ativos no Brasil, com uma população de 190 milhões, o celular é um grande potencial de comunicação 1-to-1, altamente personalizada e com taxas de retorno acima de 10% (ou seja, a cada 100 mensagens, 10 geram interação) Qual outra mídia gera isso? O Banner tem uma taxa de 0,4%, ou seja, a cada 1.000 impressões, 4 geram interação!Recentemente o grupo de pesquisa Gartner, um dos mais respeitados grupos de pesquisa do mundo no ramo de tecnologias, publicou uma pesquisa sobre as novidades do Mobile para os próximos 10 anos. Essa pesquisa foi publicada no site MobilePedia (publicação digital da agência F.Biz, uma das melhores do país). Acredito ser de grande interesse a todos, por isso, vou republicar aqui a matéria, mas como sempre dando meus comentários.O grupo de pesquisa Gartner apresentou oito tecnologias que vão impactar a indústria mobile nos próximos dois anos:Bluetooth 3.0: A nova tecnologia será lançada este ano, porém só chegará realmente no mercado a partir de 2010. Permitirá que a transferência de arquivo seja mais rápida do que é atualmente. Além disso, terá suporte para três tecnologias: o Bluetooth clássico, Wi-Fi e ultrabanda larga (wideband-UWB).Essa tecnologia será um grande ganho para aumento de campanhas de Bluetooh. Eu acredito serem campanhas bem interessantes, pois levam ao usuário um conteúdo que ele seleciona para receber. Caso ele não goste do que recebeu, ele pode deletar, mas se gostou fica guardado em seu aparelho e ele pode repassar a outras pessoas. Engajamento total!!!Near Field Communication (NFC): Essa tecnologia já vem sendo usada em diversos países, mas em alguns deles, como nos EUA, ela ainda está apenas começando. Interface: A partir de 2009 o foco será em usabilidade - tornar as interfaces mais acessíveis á web móvel, além de permitir o melhor desempenho de aplicativos mobile. Levar para o mundo Mobile o que há algum tempo se discute no mundo dos sites. Quanto mais fácil e prazeroso o sistema, mais tempo o usuário permanecerá dentro da URL.Localização: Essa tecnologia será essencial para permitir que novos serviços sejam realizados. Com ela haverá um avanço em serviços, como as redes sociais, o que permitirá ao usuário saber onde seu contato está. O uso do GPS integrado ao celular é uma realidade excelente. Eu por exemplo, tenho um Nokia N95 8 Gigas, mas nem uso o sistema da Nokia. Uso o Google Maps, acho mais fácil e prático, entretanto por enquanto eu só o utilizo para localizar ruas. Acredito que em muito em breve eu possa usar para saber sobre um restaurante próximo onde estou. Há uma rede social chamada O Meu Cardápio, do meu amigo André Pinheiro, que pode facilmente ser integrada ao celular para esse tipo de ação. Aliás, essa é UMA DAS ações que podem ser feitos com os avanços da localização.Banda Larga Móvel: Um dos serviços que mais se destacaram em 2008 devido aos preços atraentes oferecidos pelas operadoras será mais uma vez o grande destaque do ano. Espera-se que a qualidade do serviço melhore muito entre 2009 e 2010, o que atrairá mais usuários. Assim espero!Wi-Fi 802.11n: Esse novo padrão aumentará a taxa de transmissão de dados e permitirá uma melhor cobertura em algumas situações permitindo que a sua velocidade seja compatível com a velocidade da internet via cabo. E ainda aguardamos o Wi-Max!!!Display: Em 2009 e 2010 as novas tecnologias para displays terão um impacto no mercado, aumentando a vida útil da bateria e melhorando a qualidade da tela, permitindo o compartilhamento das imagens e informações de forma mais simples e fácil. Web Móvel e Widgets: Crescerá como um meio de baixo custo para entregar aplicações simples para um grande número de dispositivos, além de permitir que os dados sejam acessados de qualquer lugar. E viva os "presentinhos" das marcas!!!Segundo o Gartner, as aplicações de web móvel continuarão sendo muito utilizadas em estratégias móveis para o relacionamento de empresas com o cliente.Agora, como sempre, nos planejadores de comunicação digital, devemos rezar, acender velas para que os anunciantes começem a enxergar que 30" no Jornal Nacional (Rede Globo) não tem mais o mesmo impacto. É preciso abrir portas para as NOVAS MÍDIAS que estão ai, crescendo em novidades e acessos!!!"Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em Abril? Faça como muitas pessoas, mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre. Enviarei um convite com maior prazer"
Abraços
Felipe Morais
Marcadores: bluetooh, Felipe Morais, Leonardo Xavier, Livro de Planejamento, mercado de celular, mobile marketing, novidades para mobile marketing, Planejamento Estratégico Digital, Pontomobi
E mais uma vez...Mobile Marketing
Amigos.O crescimento das novas mídias se deu início em 2007 quando algumas - poucas é verdade - empresas viram o celular de forma diferente: o usuário não apenas fazia e recebia ligações. Esse usuário interagia com o aparelho.O celular começou a ser um dispositivo que tirava fotos, filmava, jogava-se jogos eletrônicos próprios para o celular, acesso a internet. Alguns celulares "até fazem ligação também", mas isso é o básico. O usuário queria mais. E as marcas lhe ofereceram mais!Em 2008 surgiu o aparelho que revolucionou o mercado celular no país. A Apple, lança o iPhone, aparelho mais desejado da história da telefonia celular no planeta. Com o iPhone, agora sim, falar no celular era apenas um dos atributos desse aparelho. A interação é o seu ponto forte.Diversas empresas correram atrás e a cada semana é lançado um aparelho que tem inspiração no iPhone: Só a Nokia lançou no ano passado o Nokia N95, depois o N95 8 gigas (que eu tenho e acho excelente) e agora já anunciou o N96 e o N97... nem bem consolidou o N95 já lançou 2 celulares que são a evolução dele... isso sem falar no Sansung Omnia, LG Cookie.Diante a esse cenário, as empresas começaram a apostar em ações via celular. São ações mais baratas, com alto impacto e retorno. E não são apenas "Promoção de envio de SMS" são diversas ações e estratégias diferenciadas!Segundo o site Mundo do Marketing, a Citroen está usando o Mobile Marketing para ações de CRM: A Citroën já aderiu ao Mobile Marketing ao lançar o programa de Manutenção Preventiva e também agregou mais valor ao seu programa de CRM. A manutenção preventiva é feita através do Iphone e de 94 modelos de celulares, onde os usuários que acessarem o aplicativo da Citroën receberão informações sobre manutenção, concessionárias, entre outros. “A ideia do mobile é focar em todos os públicos e saber o que eles pensam sobre a marca. Pretendemos atingir também quem não é cliente da empresa com esta ferramenta”, diz Edivaldo Mello, executivo de marketing da Citroën responsável pelo CRM e Relacionamento da montadora.Em ações de divulgação da marca, para Mobile as taxas são sempre maiores, prova disso, foi outra ação que o Mundo do Marketing apurou junto a montadora: “O objetivo da Citroën foi aproveitar o lançamento do Terra Mobile para divulgar as taxas de IPI reduzido. Mais de 50% dos usuários que acessaram o site pelo celular interagiram com a peça da Citroën”, afirma Fernanda Magalhães, Gerente da Mobext, agência de Mobile Marketing da Montadora.O interessante dessa ação é que as estratégias mobile não são apenas para o público jovem. São para os adultos também, afinal são quase 155 milhões de celulares ativos no Brasil, que é um enorme potencial!"Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em Abril? Faça como muitas pessoas, mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre. Enviarei um convite com maior prazer"AbraçosFelipe Morais Marcadores: Cases de Mobile Marketing, Citroen, CRM, Felipe Morais, Livro de Planejamento, midia online, mobile marketing, Mundo do Marketing, Planejamento de comunicação, Planejamento Estratégico Digital
O crescimento do Mobile Marketing
Amigos. A IAB Brasil promoveu um encontro para falar sobre o mercado de mobile no Brasil. Ontem, via RSS, eu pude receber do Leonardo Xavier, uma apresentação de Abel Reis, Presidente da Agência Click falando sobre esse mercado tão pouco explorado no Brasil ainda.
Trata-se de um material MUITO rico em informações, que para qualquer planner vai encher os olhos quando ler, por isso, não poderia deixar de compartilhar com meus amigos leitores esse material. Para um profissional de planejamento estratégico digital, esse material é sensacional!!
Começo a repensar se consigo incluir ele no meu livro de planejamento que estou lançando em breve. Como a revisão virá para mim em março, acredito que eu vá incluir no capítulo de mobile markteting esse material.
Clique aqui para baixar Em resumo, o material trás resumos de estudos da Nielsen, sobre o uso do SMS no Brasil, aliás, esse estudo prova que o SMS é apenas UMA das funções que o brasileiro faz no celular e não a única como muitas marcas pensam; conta com o estudo da MMA (Mobile Marketing Association), sobre a interação do usuário com a publicidade no celular.
Abel mostra também como algumas marcas estão interagindo junto aos portais que já comercializam midia mobile também.
Se você quiser conhecer mais alguns cases de mobile, sugiro que entre no Blog Mobilizado, do Leonardo Xavier e veja os cases que a empresa dele PontoMobi já realizou. São mais de 100 em apenas 13 meses de vida da empresa.
Vale a pena! "Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em Abril? Faça como muitas pessoas, mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre. Enviarei um convite com maior prazer"
AbraçosFelipe Morais
Marcadores: Cases de Mobile Marketing, Leonardo Xavier, mobile marketing, Mobile Marketing Association, Pesquisa de mobile marketing, Pontomobi
Amigos
Hoje vou publicar na íntegra um texto muito interessante do Leonardo Xavier, um dos maiores nomes do Mobile Marketing no Brasil, publicado no site Mundo do Marketing.
Apreciem com moderação...
Nas últimas semanas, quem ficou parado no trânsito de São Paulo certamente notou algo em comum entre duas campanhas veiculadas nos relógios da cidade (dos poucos espaços sobreviventes à Lei Kassab): chamadas call-to-action para um 0800.
A primeira delas foi para Seda. Do outro lado da linha estava Thaís Araujo convocando as pessoas a gravarem um depoimento que seria postado no site da marca.
Atualmente, está no ar (ou melhor, nos relógios) uma campanha para uma farmacêutica (já que a pergunta é: Você tem diabetes?) e a mesma ação para ligar para um 0800.
Aí me pergunto: são ações de mobile marketing? Alguns podem dizer que sim. Afinal, o mobile é elemento chave na campanha. Outros já argumentariam que a telefonia se resume ao papel de ponto de contato, nada mais.
No fim das contas, o meu maior questionamento não é apenas isso. Na verdade, o que me causa estranheza é a ausência do uso de interações mobile (voz, SMS, mobile web, etc.) em ações cross-media.
O celular é o único meio com absoluta simultaneidade com qualquer outra mídia. É totalmente possível ler um anúncio impresso, ouvir um spot ou assistir um filme de 30 e interagir em tempo real com o celular. Dificilmente, alguém conseguiria ler um anúncio na Veja e assistir ao Fantástico ao mesmo tempo.
Logo, confesso uma certa decepção com o nível de experimentação de ações mais cruzadas e interativas no mercado. Em mobile, de uma maneira geral, paga-se por performance: número de SMS enviados, ligações feitas, downloads realizados, acessos ao mobile site.
Alguns poucos exemplos demonstram como a integração interativa é eficaz.
A Abyara está no ar com uma ação para um empreendimento imobiliário em SP, na qual há em toda mídia impressa uma chamada para se enviar um SMS gratuito para conhecer detalhes do imóvel. A cada veiculação, mais de 600 pessoas em média interagem com o anúncio.
Para o Boteco Bohemia do ano passado, o mesmo foi feito na campanha do evento em mídia impressa. Resultado: mais de 55.000 interações em um mês.
Quando vamos para integrações com web, os números explodem. Em campanha na aba do Messenger para Sprite, houve mais de 160.000 interações (SMS e voz) em um mês de campanha.
Ou seja, basta experimentar, investir e pagar "apenas" pelo sucesso. Parece uma dinâmica bem simples. No entanto, a falta de modelos mais claramente definidos pelo mercado, bem como papéis mais estruturados dos players (operadoras, integradoras, agencias mobile, agências tradicionais) têm dificultado muito o avanço do mercado.
Não tem mágica. Salvo raríssimas exceções, nenhuma marca investirá milhões numa iniciativa puramente mobile logo de saída. Ações menores, pilotos e testes são fundamentais. Porém, é preciso viabilizar técnica e comercialmente essas pequenas iniciativas. Ou conseguimos isso ou o mercado ficará em compasso de espera e morrerá por inanição. Ou então podemos mandar 0800 em tudo.
* Leonardo Xavier é sócio-fundador da pontomobi interactive, agência de Mobile de Marketing.
Abraços
Felipe Morais
Marcadores: Celular, internet, Leonardo Xavier, marketing de performance, mídia digital, mobile marketing, Pontomobi, SMS
Amigos.Na semana passada saiu uma matéria no portal IDGNow muito interessante.Como fã - declarado - do Google, não podia deixar de publicar e comentar sobre mais uma das novidades da empresa, que recentemente foi eleita a marca mais valiosa do mundo.A publicidade no celular vem crescendo de forma avassaladora nos últimos meses. No momento essa é a grande menina dos olhos dos anunciantes, que querem estar em primeiro lugar. Trabalhei recentemente para uma marca que pedia a nós - mídias - que conversassemos com os veículos e tudo o que fosse de novidade, antes de ir para o mercado deveria passar pela agência e cliente antes. Sei que esse cliente não era o único.
Agora, apostando nessa avalanche, o maior nome da publicidade online - Google - oferece aos anunciantes uma forma - sua - de venda de banners para mobile marketing, desenvolvendo o seu método de pagamento por click, o que para os anunciantes é maravilhoso, para as agências não. Mas isso é uma questão para discutirmos em outro dia.
O Google começará a oferecer anúncios para celular no formato banner
As empresas que utilizam o AdWord, do Google, para anunciar online, agora poderão mostrar banners em celulares ao invés de textos simples. O Google inclui uma linha de texto abaixo de cada banner identificando que ele é um anúncio. Outras empresas, como Yahoo, AdMob e Third Screen (da AOL), já oferecem anúncios móveis no formato banner. A Microsoft também exibe banners em algumas versões móveis de seus sites, como o MSNBC e páginas do MSN.
Apesar de já haver companhias que apoiam os banners para celular, o uso da internet móvel ainda é relativamente baixo, o que significa que o Google não perdeu uma grande oportunidade até agora, diz o analisa Greg Sterling. “Não é o caso de o comportamento do consumidor estar estável e, eles, atrasados”, diz. Além disso, segundo Sterling, a maioria dos anunciantes ainda estão testando os anúncios móveis, então poucos estão “casados” com uma rede de publicidade.
O Google pode ter uma vantagem sobre seus rivais no mercado de banners para celular graças à forma como cobra os anunciantes. Todos os seus anúncios têm base no sistema “pay-per-click”.
Outras plataformas de anúncio geralmente cobram pelas impressões ou quantas vezes a página com o anúncio é visualizada - e no mercado móvel, estas taxas geralmente são muito altas, afirma Sterling.
Com o Google, os anunciantes podem testar seus anúncios com menos risco, já que pagam somente pelos cliques do usuário, aponta o analista.
Se tratando de Google, é - como sempre digo - esperar para ver no que vai dar. Dificilmente essa aposta dará errada, mas por ai vem mais...
AbraçosMarcadores: adwords, Google, IDGNow, mobile marketing, publicidade online