Quem é quem na rede?
Amigos.Saiu publicada hoje no Jornal Folha de São Paulo uma matéria sobre Redes Sociais onde eu tive o prazer de contribuir; abaixo segue a matéria na integra:QUEM É QUEM NA REDE?IRENE RUBERTICOLABORAÇÃO PARA A FOLHAAquele colega de faculdade que era tão simpático agora é o chato que registra os detalhes mais insignificantes do seu dia no Facebook. Quem estava interessado em negócios e começou a seguir o executivo bem-sucedido no Twitter fica sabendo só sobre suas viagens e festas.E é sempre um constrangimento quando um conhecido resolve expor suas crises pessoais na internet. Frequentar as redes sociais é uma boa maneira de manter contatos, mas é preciso conter a ansiedade, a raiva e a curiosidade nessas salas sem paredes.Muitas pessoas se sentem tão à vontade no mundo virtual que acabam revelando aspectos de suas personalidades que surpreendem (ou aborrecem) os demais."Todos nós temos aspectos desconhecidos até de nós mesmos, que podem ser positivos, como talentos, ou sombrios, como medos. A internet é um meio propício para experimentar esses lados", diz Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP.Uma das hipóteses para isso é que, quando se está na internet, perde-se um pouco a noção de tempo e espaço. O internauta fica em imersão, o que favorece uma condição quase de sonho. "As pessoas se sentem mais capazes de expressar desejos que, na vida presencial, pensariam 10 mil vezes antes de demonstrar", afirma.Nesse estado alterado de consciência, a censura e a autocrítica ficam rebaixadas.Um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) mostrou que os internautas ficam em estado contínuo de atenção parcial e alerta permanente. Os resultados indicam que o Twitter estimula a liberação do hormônio ocitocina e diminui os níveis do cortisol, associado ao estresse.Segundo a pesquisa, as conexões on-line são entendidas pelo cérebro como contatos cara a cara.SEDE DE ATENÇÃO"Eu vejo dualidade nas pessoas nas redes sociais: o tímido se torna expressivo, e pessoas que no convívio são agradáveis e educadas ficam agressivas", diz Gil Giardelli, professor da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).Para ele, a vontade de chamar a atenção é uma das explicações.Um levantamento feito pelo Facebook mostra que usuários que fazem mais críticas são os que recebem mais comentários. Para o especialista em planejamento estratégico digital Felipe Morais, os internautas se surpreendem com o comportamento alheio porque, na verdade, acabam trazendo para o seu convívio pessoas que não conhecem a fundo. "Eu mesmo tenho mais de 800 contatos no Facebook, mas posso dizer que realmente conheço uns 15."Já o estudante de direito Guilherme Saraiva, 20, diz que já excluiu da sua lista pessoas "chatas".A maioria dos usuários de redes sociais prefere o papel de espectador, segundo Morais, que dá aulas de comércio eletrônico no MBA da Faculdade Anhembi-Morumbi.Um levantamento feito pelo Yahoo Research mostra que apenas 0,05% dos usuários do Twitter conseguem chamar a atenção.MULHERESNas redes sociais, as mulheres se expõem mais do ponto de vista pessoal. Uma pesquisa feita no ano passado pela Oxygen Media e Lightspeed Research mostrou que 21% das mulheres entre 18 e 34 anos que estão nas redes se levantam à noite só para checar o Facebook."Por uma questão cultural, as mulheres são mais abertas e comunicativas. É aceitável que elas mostrem mais os sentimentos", diz a professora Rosa Farah.A agente de negócios Fernanda Nunciato, 23, está no Facebook, MySpace, Orkut, LinkedIn, Twitter e tem um blog. Checar as redes sociais é a última coisa que faz antes de dormir e a primeira quando acorda. "Tomo o café da manhã vendo minhas páginas pelo notebook", diz.A top model alagoana Bruna Tenório, que mora em Nova York, também adotou a rede social para se comunicar com amigos e parentes. "O Facebook é bem útil quando preciso ter contato com amigos, acho mais ágil escrever algo no mural deles, a resposta vem mais rápido do que por e-mail", diz.Ter muitos acessos no blog, um grande número de amigos no Facebook e de seguidores no Twitter virou símbolo de status, popularidade e prestígio. Mas frequentar as redes sociais significa também conviver com amigos exibidos e gente mal-humorada e ficar da sabendo de detalhes pouco interessantes da rotina dos outros. "É o zoológico humano, só que visto de camarote", afirma Farah.ALEGRIA VIRTUAL X DEPRESSÃOA Sociedade Americana de Pediatria lançou uma cartilha alertando pais para o risco de depressão entre adolescentes que usam o Facebook. Fotos de pessoas felizes nas páginas dos outros podem passar uma visão distorcida da realidade para jovens que já têm baixa autoestima.A 'FAUNA' DO FACEBOOKO EXIBICIONISTACom textos e fotos, procura mostrar como é feliz e bem-sucedido. Fala das viagens que faz, de restaurantes e festas que frequenta e de como sua família é linda e unida. Dá a impressão de que criou um personagemO VOYEUREle está lá, mas pouco se manifesta. Pode ser por timidez ou porque não quer mesmo se relacionar com ninguém. Observa tudo e não fala nadaO CARENTEEle conta seu dia em detalhes. Parece precisar de reconhecimento. Com seus posts que não interessam a ninguém, parece dizer "ei, olhem para mim". Pode ser um solitário e não ser tão desocupado como aparentaO POPULAREle quer ter 1 milhão de amigos, como na música. Adiciona até quem não conhece direito para atingir sua meta. Provavelmente também é assim no mundo 'real' e mostra esse aspecto nas redes sociaisO BIG BROTHEREle escancara sua vida pessoal, relata crises conjugais e reclama do trabalho. Pode não ter noção de que muito mais gente do que imagina está lendo o que escreve ou não percebe que está sendo inadequadoO POLÊMICOO simples comentário que alguém fez sobre um filme pode virar uma grande dor de cabeça quando o crítico resolve se manifestar. Ele é o mal-humorado, o do contra, que vê em tudo uma teoria da conspiraçãoO BAJULADORO puxa-saco está sempre pronto para dar os parabéns, principalmente se os colegas forem mais ricos e bem-sucedidos do que ele. Diz que os amigos estão lindos, que os bebês são fofos e que está com saudadesMenos, gente, menosQuem vai se manifestar nas redes sociais não deve agir por impulso. "Em qualquer mídia virtual, se 20 pessoas replicarem uma informação sua, ela será distribuída para 8.000 pessoas. É como pólvora", diz o professor Gil Giardelli. "As empresas olham o que você coloca na rede e há até o risco de perder o emprego. A reputação é a moeda do século 21 e isso serve para trabalho, namorada e amigos."Para a professora Rosa Maria Farah, tudo depende da maturidade emocional do internauta e do conhecimento que ele tem das ferramentas. "Ele pode achar que está falando para um grupo quando uma comunidade inteira tem acesso às informações."Caso se arrependa do que disse, pode até apagar o que escreveu, mas já terá perdido controle da informação: "É como a fábula do rapaz que foi repreendido por um sábio por uma fofoca que fez", compara. No conto, o jovem pede uma penitência proporcional ao estrago que fez e o sábio diz que ele deve espalhar as penas de um travesseiro do alto de um morro e descer para recolhê-las. "Era impossível. Com a informação na internet é a mesma coisa: ela se espalha e não se tem mais controle.""Diariamente, são levadas ações à Justiça que têm como prova o que está nas redes sociais", afirma o advogado Leandro Bissoli, especializado em direito digital. Ele conta que os problemas mais comuns são o uso indevido de imagens e os crimes contra a honra, como a difamação."As pessoas acabam produzindo provas contra elas mesmas", diz. Há casos de pessoas que alegam problemas de saúde para se afastar do trabalho, mas postam fotos de viagens na rede. E há funcionários que acabam registrando situações no trabalho que podem levar à demissão por justa causa.Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL. Clique aqui e compre o seu!AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: Ações em redes sociais, Gil Giardeli, Livro de Planejamento, Maria Rosa Farah, planejamento estrategico digital, redes sociais
Sensacional anúncio da Talent
Amigos.Para nós planners, a agência Talent é um modelo a ser seguido. É uma agência que sempre focou no planejamento como algo diferencial e tem um dos - se não o maior nome - do planejamento como um dos seus presidentes, Julio Ribeiro, que aproveito o post para indicar a leitura do seu livro "Fazer Acontecer.com".Há cerca de 2 semanas, a Talent fez um anuncio no Jornal Propaganda e Marketing que eu, particularmente, achei sensacional. Mexendo com o mercado, provocando os anunciantes, aliás, algo que a Talent defende e que eu acredito muito, o planejamento provoca o anuncinate, mostra que é preciso inovar, afinal, mais do mesmo do mesmo não vende mais!Até peço desculpas pela demora, ia postar isso na 2a feira que vi o anúncio, mas a correria do dia-a-dia e compromisso desse blog com outras prioridades não deixaram, mas segue abaixo a foto que tirei do meu celular para postar aqui:
Como a imagem não ficou muito boa, vou reproduzir o texto abaixo:SE VOCÊ NÃO TEM RECEBIDO NENHUMA CRÍTICA NAS REDES SOCIAIS, É BOM COMEÇAR A FICAR PREOCUPADONo último ano, sua empresa fez alguma coisa que, além de elogios e vitórias, também conseguiu críticas?Então bem vindo ao clube dos fazedores.Pode conferir: não existe nada criado, produzido, cantado, jogado, pintado ou vendido ultimamente, por melhor que seja, que não tenha sido também motivo de malhação aqui e acolá.Num país onde um Presidente da República é eleito no primeiro turno se tiver mais do que 50% dos votos, campanhas com 70% ou 80% são verdadeiros sucessos de aprovação, capazes de triplicar as vendas e o valor percebido das empresas.A segunda pior coisa que você pode fazer hoje é deixar de aproveitar o pensamento do consumidor e as contribuições que podem surgir nas Redes Sociais.A pior coisa que você pode fazer hoje é ter medo de crítica. Quem tem medo de crítica não sai de casa. E nem da caixa.TALENTO MUDA TUDO. TALENTÉ uma porrada no estômago ou não? Parabéns a equipe da TALENT por essa provocação ao mercado que precisa entender que Internet é mais do que vendas, é RELACIONAMENTO!!!Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL. Compre o seu aqui agora mesmo!AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: Ação para redes sociais, anuncio da Talent sobre Redes Sociais, artigo de marketing digital, Felipe Morais, Livro de Planejamento, planejamento estrategico digital, Talent
Ouvir a revenda é importante!
Amigos.Estou compartilhando aqui no Blog algo que aconteceu comigo na semana passada. Estou participando de uma concorrência e um fator mudou tudo na minha estratégia. Fiquei muito empolgado com isso, mudei todo o rumo do planejamento no mesmo diaNas minhas aulas e palestras eu sempre falo para meus alunos que nós planners temos que sair da frente do computador para entender quem realmente são nossos consumidores. Quem teve aula comigo já viu eu usando a foto da 25 de março para ilustrar a frase "o povo está na rua, não apenas atrás do computador. TGI, Marplan, ComScore, Ibope são ferramentas maravilhosas, mas falar com o consumidor, olho no olho, vale muito mais a pena!"
Essa semana o que aconteceu foi isso. Dificilmente agências digitais possuem ferramenas de pesquisa como as acima comentadas. São caras e nem sempre o online tem a mesma importância para o cliente que o offline, logos os imvestimentos são menores. Mas esse é um assunto para outro post.Fácil falar. Dificil fazer. Estava com o brief na mão e estudando o possível público de um determinado produto.Na minha percepção era um tipo de público. O produto passa essa impressão. Comecei a estudar a fundo o público, conversei por 2 vezes com o cliente que disse Ok ao esteriótipo que tinha feito, ao modelo que usei como persona. Acreditava estar no caminho mais do que certo. Cheguei a achar um estudo sensacional de uma tese de mestrado da USP sobre esse público para defender as impressões. Estava feliz, todos tinham aprovado o meu perfil de público, porém, essa semana tudo mudou.Pedi ao cliente para que fosse a uma loja conversar com o gerente geral. A loja tem uma representividade enorme no faturamento da marca e esse gerente está na loja desde o começo, ou seja, cada pessoa que passou na loja ele conhece. Cada um que comprou o produto ele sabe quem é. Chamei uma pessoa da criação e fomos entrevistar esse gerente.Logo de cara, sem fazer nenhuma pergunta ele me disse em tom de brincadeira que um determinado público que todo mundo acha que compra o produto nem passa perto da loja. Gelei, pois era exatamente o perfil que tinha desenhado. O gerente então começou a me falar quem era o real comprador do produto e me mostrou 10 pessoas que estavam na loja comprando. Todos o mesmo perfil de idade, bem acima do que eu imaginava. Chamou na sala 3 vendedoras, que ganharam prêmios em 2010 como as 3 melhores vendedoras do Brasil e todas foram unânimes em afirmar quem compra o produto, porque, quando, como usam, como indicam e como chegam a loja. Todos nos informaram até as dúvidas, desejos e anseios dos consumidores e as necessidades que eles (lojistas) tem para fazer com que aumente o fluxo nas lojas. Isso é geral para todas as unidades da marca no Brasil. Eles conversam muito em convenções e trocam experiências por e-mail com outros gerentes.Vivenciei ali, na loja, por cerca de 1h, o que acontece na vida real. Voltei para a agência muito empolgado e o criativo também. Sentamos com a equipe do projeto, passamos as impressões e o que nos foi dito. Mudamos o planejamento, estamos mais confiantes e apoiado em vivência!Bom, escrevi recentemente um artigo sobre o tema no site CHMKT, espero que possa complementar esse post.Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu.AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: artigos de marketing digital, chmkt, Felipe Morais, Livro de Planejamento, Marketing Digital, planejamento estrategico digital, Pós em marketing digital
Isso é superação!!!
Amigos.Normalmente as 6as feiras eu reservo para fugir um pouco de textos sobre comunicação e marketing digital e essa não será diferente, mas ao invés de dar uma dica cultural, quero passar aqui uma história que ouvi hoje de manhã e sendo bem sincero me emocionou demais.Eu já conhecia, de nome o pianista João Carlos Martins. Confesso ser fã de rock n´roll e a música clássica não faz parte do meu playlist, ouu como alguns mais "moderninhos" preferem do meu iPod. Vindo agora para o trabalho, estava ouvindo o programa Manhã Bandeirantes, na Rádio Bandeirantes com o apresentador José Luiz Datena, o qual respeito e gosto do trabalho.Datena estava entrevistando João Carlos Martins que começou a contar a sua história de vida e o quanto ele teve que superar dificuldades. Vale a pena entender mais da história de vida desse cara e quando você perder aquela concorrência, cliente ou mesmo o emprego veja como Deus só dá o fardo a quem merece e como com persistência, acreditando e principalmente trabalhando, como as coisas no fim, acabam bem.Vou resumir aqui um pouco da história dele, tanto do que ouvi do próprio contando essa manhã no Datena como também o que tem na Wikipedia. Ao final, colocarei o link da Wikipedia.JCM (vamos resumir para ficar mais fácil) começou a tocar aos 8 anos de idade. Graças a um festival para jovens talentos onde era obrigatório tocar músicas do compositor alemão Bach JCM conheceu e se apaixonou pelo compositor. Assim começava a história de JCM na música, sempre interpretando Bach. JCM chega a tocar 21 notas por segundo!Já famoso, morando em Nova Iorque, JCM um dia viu no central parque um jogo de futebol. Ele desceu para ver e descobriu que era o time da Portuguesa de Desportos treinando por lá. Foi jogar com o time, caiu no chão e uma pedra perfurou sua mão. JCM perde os movimentos da mão, isso para um pianista é como um jogador perder a sensibilidade do pé. Acabava ali uma carreira de sucesso? Não!Conheceu Eder Jofre e em uma conversa pediu para Eder recuperar o título de campeão do mundo; Eder com 37 anos achava que estava velho, mas no dia seguinte ligou para JCM dizendo que voltaria treinar. Após 18 meses Eder reconquistava o título para o Brasil e JCM resolve voltar com a carreira. Começa ai a história de superação.Após 7 anos da sua volta, JCM desenvolve Lesão por Esforços Repetitivos (LER) e mais uma vez precisa largar sua brilhante carreira. Vende os pianos e vai fazer outras coisas que não música. Um dia descobre que se o ser humano passa muito tempo sem fazer os movimentos que causaram a LER o cérebro (vamos usar linguagem de web) "reseta" e sendo simplista "esquece" da lesão e volta ao normal. JCM decide voltar com tudo. Um dia lê em um jornal de São Paulo uma crítica ao seu trabalho, não liga, mas no dia seguinte vê seu pai, com 94 anos escrever um texto par ao mesmo jornal defendendo o filho. Emocionado, decide voltar para Nova Iorque e retomar o sucesso. Consegue.Alguns anos depois, JCM está saindo de um concerto na Bulgária e é assaltado. Uma barra de ferro na cabeça o deixou 8 meses em um hospital. Perde os movimentos da mão novamente. Os médicos fazem o possível, mas JCM sofre com dores muito fortes ao mexer a mão e até mesmo ao falar. Passa 2 anos se esquivando de uma operação que tiraria de vez os movimentos de sua mão. JCM mais uma vez se supera e descobre um jeito de tocar sem usar um dos dedos, perdendo um pouco da velocidade, mas sem perder a maestria com a qual tocava.Alguns anos depois, com quase 64 anos, JCM viu que não podia mais tocar e foi ser regente. Em sua volta a Nova Iorque ele decide que iria tocar piano após reger uma orquestra. Decidiu tocar o hino e músicas brasileiras. No domingo anterior ao concerto, JCM esteve no Programa do Faustão e disse que faria isso. No sábado vários brasileiros foram ao concerto e no momento em que JCM tocava na sua casa favorita, o Carnegie Hall, o hino os brasileiros levantaram a bandeira nacional, o que emocionou demais JCM.Enfim, a partir daqui eu não pude ouvir mais a entrevista com o Datena. O site da Rádio Bandeirantes disponibiliza o áudio de algumas entrevistas, acredito que essa estará lá em muito breve, o que vale muito a pena ler.Quem quiser saber mais sobre o músico, clique aqui na Wikipedia ou no site do músicoJá está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu!Abraços e bom final de semanaFelipe Morais@plannerfelipeMarcadores: Felipe Morais, histórias de superação, João Carlos Martins, José Luiz Datena, Livro de Planejamento, planejamento estrategico digital, Rádio Bandeirantes
Brasil trocará Orkut por Facebook em 2011
Amigos.
DUVIDO!
O motivo do meu post de hoje, um dos últimos de 2010, foi expressar o porque eu duvido sobre a matéria postada no site Adnews. Para quem me acompanha nesse blog sabe que eu respeito e sigo o site há anos, é uma das minhas fontes de referência mais importantes, mas não preciso concordar 100% com o que dizem, certo?
Na verdade o estudo que o Adnews mostra é da respeitada empresa e.Life que atua no mercado de monitoramento de Redes Sociais há tempos. Baseado no fato do Facebook ter ganho a liderança na India, até então do Orkut, estima-se que no Brasil em 2011 isso também aconteça.
Calma, muita calma nessa hora.
Vamos por partes.
Em 2010 o Brasil ganhou 8 milhões de novos internautas. Em uma hipótese, se 100% dessa nova base se cadastrar no Facebook e não no Orkut, ainda sim, o Orkut ganha de lavada do Facebook no Brasil.
No mundo, o Facebook passou os 500 milhões de usuários; o Orkut chega a 90 milhões. Ponto para o Facebook.
No Brasil, o Orkut está com cerca de 30 milhões de usuários ao passo que o Facebook não passa de 10 milhões, ou seja, o Facebook tem 33% dos usuários do Orkut. Se tem muitos "duplicados" é um outro ponto a analisar, eu mesmo tenho perfil em ambos, mas uso muito mais o Facebook.
Não acredito que essa liderança do Orkut vá durar muito tempo, porém também não acredito que vá acontecer em 2 ou 3 anos essa perda de liderança para o Facebook.
Semana passada, na minha aula de Planejamento Estratégico Digital na Pós de Marketing Digital da FIT, uma das alunas me questionou sobre isso e eu disse, que em uma previsão sem estudos, sem análise profunda, apenas em uma previsão é que em 2014 o Facebook realmente passe o Orkut em usuários.
Será que eu acerto?
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Abraços, Feliz Natal a todos!
Felipe Morais
@plannerfelipe Marcadores: Crescimento das redes sociais, Curso de midias sociais, Facebook, Felipe Morais, Livro de Planejamento, Marketing Digital, mídia online, orkut
Executivo Comercial de mídia on line
Amigos.Tem uma vaga aqui na Tesla (São Paulo) bem legal.Quem estiver interessado enviar o CV para rh2@tesla.com.brPré-requisitos:Experiência na venda de mídia on-line e/ou serviços de Internet;Conhecimento em plataformas de publicidade on-line (ex: Adwords e Yahoo! Search Mkt), SEO e Web Analytics será um diferencial;Capacidade para negociação;Excelente habilidade de comunicação, oral e escrita;Ótimo relacionamento interpessoal;Pró-ativo e orientado a resultados;Heavy user de Internet;Domínio do Pacote Office (Power Point, Word e Excel).Formação acadêmica:Superior, preferencialmente em cursos relacionados à área (comunicação, publicidade, marketing, administração).Atividades:Prospecção e venda de Links Patrocinados, SEO e Web Analytics.Abertura de canais e relacionamento com a área de marketing das empresas;Mapeamento do mercado e identificação de oportunidades;Elaboração e apresentação de propostas comerciais;Elaboração de relatórios de vendas e prospecções.Salário:A combinarOferecemos:Excelente ambiente de trabalho e perspectivas de crescimento profissionalBenefícios: Vale-refeição, Vale-transporte, Seguro de Vida e Clube de parceriasLocal de trabalho: Próximo a estação de Trem da Vila Olimpia.Horário: de segunda à sexta das 9h00 às 18hEnviar CV para rh2@tesla.com.brJá está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu!AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: executivo de contas, Felipe Morais, Livro de Planejamento, Marketing Digital, planejamento estrategico digital, vaga de emprego, vaga na tesla, vagas em marketing digital
Google Instant vai mudar o que?
Amigos.Para quem me acompanha há algum tempo nesse blog sabe que sou um profundo defensor do Google, afinal essa é uma empresa que admiro demais, pois em 11 anos ela saltou de uma pequena sala de uma universidade para ser a empresa mais valiosa do mundo. Todos começam pequeno, claro, mas eles conseguiram crescer demais em pouco tempo, não tem como não tirar o chapéu para eles.Tenho uma amiga, Martha Gabriel, que em suas aulas e palestras sempre diz uma coisa: "você consegue ficar 1 semana sem usar nada do Google?" Dificilmente hoje alguém passa uma semana sem ler um Blogger, ver seu Gmail, falar no GTalk, não assistir nada no YouTube, não mandar um scrap no Orkut ou mesmo analisar sua performance no Analytics. Isso para falar das ferramentas mais conhecidas e sem mencionar não buscar nada no próprio Google.Mas essa semana muito se falou de uma nova ferramenta do Google chamada "Instant Search" que segundo o blog Gizmodo Brasil vai permitir uma busca mais rápida do que a que estamos acostumados da seguinte forma: "os resultados das buscas aparecerão assim que você começar a digitar. Uma lista de possíveis buscas em cinza para refinar suas opções também surgirá, tudo isso antes de você efetivamente clicar no botão “Pesquisar”. Isso deve economizar de 2 a 5 segundos em nossas buscas. Sinceramente até esse momento, vejo vantagens para as gerações Y e Z que querem tudo para "ontem" e não podem perder 2 segundos digitando uma palavra, mas na minha visão não vai me ajudar muito se o resultado demorar 1,2,3 segundos. Já acho um grande diferencial do Google os resultados aparecerem em pouquíssimo tempo!A defesa para o novo sistema é que lemos mais rápido do que escrevemos e por isso, não vamos precisar mais digitar a palavra toda para achar o que queremos, algo que já acontece hoje no próprio Google e que é um dos pilares da web semântica. Mais uma vez não vejo nenhuma novidade nisso.Ainda segundo o Gizmodo, o sistema trará uma inteligência - e ai sim vejo uma vantagem - para termos considerados "ruins" pelo sistema como pornografia, violência ou discursos de ódio". Ao tentar buscar um desses termos o sistema prenderá o usuário em uma tela mostrando outros termos diferentes dos citados, mas claro que haverá uma forma de burlar isso.O sistema estará operando em breve no mundo todo e a sua versão para mobile vai demorar um pouco ainda, mas vai chegar.Alguns teóricos do caos acreditam que o Google está cada vez mais dominando e ditando as regras da sociedade, não iria tão longe, mas quando vejo o fato dele limitar para que o usuário não busque um termo como "pornografia" por exemplo, tenho um certo medo pois vejo uma limitação do sistema naquilo que os usuários querem ver.Mais uma vez é esperar para ver o que essa novidade do Google mudará em nossas vidas, assim como outras ferramentas fizeram. Eu sinceramente acho que essa novidade não vai interferir tanto nos excelentes resultados que o Google apresenta em suas buscas, mas é esperar para ver.Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu!A Pós-Graduação em Marketing Digital da Faculdade Impacta de Tecnologia está com inscrições abertas para a 2a turma que deve iniciar em Outubro. Clique aqui e saiba como se diferenciar no mercado.Abraços e bom final de semanaFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: Bog Gizmodo, Felipe Morais, Google Instant Search, Livro de Planejamento, Marketing Digital, Planejamento Estratégico Digital, Pós em marketing digital
E quando o cliente não gosta do seu planejamento?
Amigos.Um dos nossos maiores temores, principalmente quando estamos no começo da carreira ou no começo de um novo desafio com novos clientes (sendo em novas agências ou não) é o medo de errar!!! O cliente tem uma expectativa X agência tem uma metodologia e assim uma forma de apresentação de resultados pedidos ao cliente; por isso, nem sempre nos primeiros trabalhos a agência vai acertar "na mosca" para superar as expectativas do cliente.Amigos, não se preocupem com isso!!! É errando que se aprende e vamos ver aqui nesse post o que - na minha visão -deve ser feito.O processo de concorrência é diferente do processo de ter o cliente em "casa". Quando a agência A,B ou C entra na concorrência, normalmente os prazos são curtos e o trabalho não sai de acordo com o que a agência gostaria de apresentar, os clientes entendem isso, por isso, que assim que o marketing do cliente X, elegeu a agência A, sua expectativa é ainda maior em entregar o prometido, afinal, o cliente entende que nesse momento a agência tem uma equipe dedicada a ele, logo mais tempo, mais ferramentas, mais pessoas = trabalho com mais qualidade! Essa é a visão de qualquer cliente que na minha opinião está certa.Próximo passo é fazer o maior número de perguntas, questionando os primeiros briefs. Não pense que fazer uma série de perguntas é ser chato, pelo o contrário, quanto mais certeza se tem daquele brief, maiores as chances de acerto; outro fator, são nesses questionamentos que pegamos o perfil dos profissionais de marketing do cliente e vamos entendendo como age e o que cada um espera, basicamente vemos o mais chato, o mais maleável, o mais crítico, o que pede mais detalhes e isso vai norteando nosso trabalho.Brief na mão, começa-se a planejar. O fato de ser o primeiro ou um dos primeiros projetos do novo cliente, deixa toda a equipe com um nível de emplogação alto que pode ser bom e ruim. Bom, pois é certeza de dedicação ao projeto, ruim, pois na empolgação alguns detalhes podem ser esquecidos (como por exemplo não revisar o brief) que podem denigrir o trabalho.Pensando nesse ponto, do trabalho não ter o nível de qualidade esperado - aliás o tema desse post - é que vamos agora falar sobre chegar no dia da apresentação e o cliente dizer: "Não gostei". E ai, o que fazer?Desesperar é o primeiro erro. Mostrar fraqueza na frente do cliente é um erro que jamais deverá ser cometido, afinal, ele escolheu uma agência para lhe ajudar, para que ele aumente vendas e não uma empresa que ele tenha que "cuidar".Ser muito mole também é um erro. Falar "sim senhor" para cada vírgula que o cliente diz, baixar a cabeça como se fosse um garoto de 10 anos que foi pego pixando o muro da escola também não dá. O cliente quer uma agência que tope desafios e os faça crescer. Essa atitude não mostra isso.Bater de frente com o cliente é outro erro. Por mais que na sua mão tenha um dado da semana anterior do Ibope o acesso ao site dele, se o cliente usa uma metodologia própria ou um Adserver pago, as metodologias são diferentes e por isso os números serão diferentes; nesse caso cabe ao planner mostrar conhecimento e mostrar ao cliente que nem o seu número nem o dele estão totalmente certos, mas que você precisa de um padrão e usa o Ibope pelo seu reconhecimento de mercado.Arrogância é outro erro. Por mais que você conheça mais do mercado de web do que o cliente, ele conhece mais do negócio dele do que você, portanto, a discussão saudável é importante, mas desde que seja em mesmo nível, se você for arrogante e mostrar isso ao cliente, sua imagem começará a ficar manchada. Já soube de clientes que recusaram projetos de agências porque um dos diretores foi arrogante o suficiente para o cliente pensar que esse diretor os achava "um bando de idiotas" você contrataria quem o acha um idiota? Pois é, eu não.Bem, vimos aqui que personalidades das pessoas interferem na forma como as empresas vêem as agências. Se, por exemplo, a AlmapBBDO entrar em uma concorrência e o diretor de criação fizer um trabalho péssimo, a agência será vista como não criativa, mesmo tendo em sua história campanhas maravilhosas e sendo uma das agências mais criativas do país, por isso, o que falarmos ou como agirmos na frente do cliente, vai deixar a impressão de como é a agência, mesmo sendo uma ou outra pessoa, não importa.Na minha opinião, o que se deve fazer é simples. Ser PARCEIRO do cliente. Se o cliente detonou o seu power point sente com ele e discuta slide a slide. Entenda o porquê das críticas. Se são ou não fundamentas e embasadas é um outro problema, mas o primeiro passo dessa discussão é uma troca de argumentos para alinhamento de expectativa X metodologia como disse no começo desse post.Sentar com o cliente e apresentar sua justificativa. Evitar o "olha, eu acho que..." acho que não existe!!! "Baseado na pesquisa do Ibope" ou "De acordo com o IDGNow" isso é um argumento poderoso!! Se o cliente disser "mas eu acho que o azul é melhor" mostre com PESQUISAS que o consumidor dele prefere o verde, que o mercado usa o vermelho ou que a concorrência é quem usa o azul. Se você não tem esses dados, entenda esse achismo e pesquise, afinal, o cliente entende mais do negócio dele do que a agência e as vezes usar o azul já lhe deu bons resultados.Apresente a sua metodologia. Diga como e porque chegou naquele resultado ou porque a pesquisa está daquela forma, com aqueles dados colhidos. As vezes, o cliente precisa de mais dados que ele não passou ou porque esqueceu ou porque quis testar a agência; ofereça sempre MAIS do que o cliente pede. Superar as expectativas começa por ai.Seja criterioso. Pense que você precisa conquistar o cliente a cada dia. Ganhar a concorrência foi excelente, mas passou, agora a história é outra.Quando estamos na balada e vemos uma mulher bonita, há pelo menos mais uns 50 homens que estão na mesma balada e viram a mesma mulher. Olha a concorrência!!!Se você foi mais esperto, mais preparado e chegou na frente, você já tem uma vantagem. Se a menina lhe respondeu, outra vantagem, diria bem competitiva. Se você cometer um erro, perde a chance. Se for bem, conquista a menina. Esse encontro rende outros, rende um namoro e ai o processo fica mais sério. Gerenciar uma nova conta é isso!Por isso amigos, nada de desespero. Se o Pelé errou penalti, você também vai errar e acertar muito. Nizan, Olivetto, Luiz Lara, Justus, Serpa, Pericinoto, Julio Ribeiro são grandes feras da história da nossa propaganda, são CEO, CCO, Diretores, Sócios das maiores agências do país, eles também erraram muito até chegar onde chegaram. O importante é ouvir, aprender com os erros e ter sempre ânimo para recomeçar, melhorar, aprimorar, se tem dificuldades em uma área, converse com profissionais, com diretores; busque livros, cursos, palestras, seminários, sites e blogs. Corra atrás pois a informação não correrá atrás de você.Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu!!!Participe da 1a rede de para Planners DigitaisConheça a 1a pós-graduação em marketing digital da FIT (Faculdade Impacta de Tecnologia) em São Paulo. As aulas começam em Agosto/2010!!!AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: Faculdade Impacta de Tecnologia, Felipe Morais, Livro de Planejamento, Marketing Digital, midia online, Planejamento Estratégico Digital, Pós em marketing digital, Relacionamento cliente e agência
Metologia de planejamento. Qual a certa?
Amigos.Há tempos que em minhas palestras sempre surge a pergunta (se não na hora da palestra, depois por e-mail): Felipe qual a metodologia certa de planejamento?A minha resposta é sempre a mesma: A SUA!Poderia finalizar esse artigo aqui, ainda mais porque acabei de lançar no Twitter (@plannerfelipe) que a idéia desse artigo é gerar uma discussão - SADIA, claro - entre profissionais da área, sejam planners ou não.Não necessariamente um planejamento é feito por um profissonal de planejamento estratégico ou mesmo por um publicitário; sabemos que nas agências - principalmente de pequeno e médio porte - não são apenas os planners que fazem planejamento, mesmo porque nem sempre há verba para a contratação dessa equipe, por outro lado, o planner por ser uma pessoa "do mundo" acaba sendo em algumas agências um engenheiro, um antropólogo, um psicólogo, filósofo, jornalista entre outras profissões.Na minha opinião não existe um modelo fechado de como se planejar.Planejar não é um produto que compramos em caixa no supermercado como um pacote de bolacha. É um processo, é entendimento, é análise, pesquisa (e muita pesquisa) é ver o que ninguém mais vê, é ser criativo, é motivar a criação, é trazer tendências é ver o que é novo!Planejar é ligar o consumidor a marca! Lembre-se disso sempre!!!!Planejamento é um processo que em muitos casos não tem fim, ainda mais se falarmos de web. Esse processo seja ele digital, offline, promoção, ativação, branding, Redes Socias, marketing direto, relacionamento, enfim, seja a área da comunicação que estamos falando ele tem suas peculiaridades, mas a forma de estruturar é sempre a mesma:Objetivo de comunicaçãoNão se vai a lugar algum sem um objetivoCenárioOnde vamos atuar? Não se entra em campo sem conhecer as suas condiçõesConcorrênciaQuem devemos bater? Não se vai para a guerra sem estudar o adversário(s)Público-alvoNão se impacta ou se vende algo sem conhecer o que o consumidor quer. Não se vende gelo para Esquimó, concordam?EstratégiasComo se chegar ao objetivo? O que fazer para atingir o consumidor e o objetivo com o prazo, tempo, produto, verba, praça disponíveis?TáticasComo realizar as estratégias? Quais as armas que a agência tem para uma boa execução da estratégia, para que seja efetiva!Plano de açãoQuando fazer? Como? Onde? Com quem? Em qual prazo? Em quais momentos cada ação vai ser ativada?Retorno sobre investimentoQual o retorno esperado para o cliente? Quantos cadastros? Qual o público estimado na ação? Quantas pessoas vão interagir? Quanto de vendas vai gerar? As vendas pagam a ação?Bem, o "esqueleto" básico está ai.Talvez você, amigo leitor, use uma outra estrutura, talvez use essa com algumas alterações, talvez use exatamente essa, enfim, como disse acima cadaum tem a sua metodologia ou processo.Eu por exemplo, uso essa estrutura como básica para organizar meu pensamento, meu processo, mas avalio outras coisas além do descrito acima: por exemplo, avalio o posicionamento da marca (a qual trabalho) e a concorrência nas Redes Sociais, dentro das palavras mais buscadas do segmento, a posição da marca e concorrência nos buscadores, o que se fala da marca em Blogs e sites, mas essa é a minha metodologia, mas sou profissional de PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL logo está no DNA do meu processo entender como a marca se posiciona na web e como meu consumidor interage nesse universo.E você? Qual a metodologia ou processo que usa?Vamos discutir e quem sabe chegar a um senso comum... topa?Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed Brasport).
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Novos tempos?
Amigos.Hoje, o site ADNEWS (recomendo a leitura e assinar a newsletter) publicou uma notícia em sua newsletter extremamente interessante ao mercado, principalmente, ao digital: Venda de E-books supera os livros físicos!Mas calma, esse fenômeno AINDA não acontece no Brasil, é um dado da Amazon.com que divulgou na última 2a feira (19.07.2010) esse dado; entretanto amigos, como sabemos os EUA é um grande formador de tendências online, logo, esse fenômeno de vendas do E-book pode ocorrer no Brasil, mas não acho que tão breve.Os dados apresentados por Jeff Bezeos, fundador da Amazon.com, mostra que de Março a Maio (2010) a cada eram vendidos. Em junho, a marca saltou para 143 livros para Kindle comercializados, 100 livros com capa dura180 Kindle a cada 100 livros de capa dura.Segundo Bezos: "A taxa de crescimento de vendas de unidades de dispositivos Kindle triplicou desde que baixamos o preço de US$ 259 para US$ 189".A Saraiva, maior editora do país, já deu seus primeiros passos recentemente abrindo a sua loja voltada a E-books em Junho passado. O mercado como um todo está se adaptando ainda ao Kindle e iPad, mas que esse é um caminho sem volta, eu não tenho a menor dúvida,a começar pelo fato de que os livros digitais são bem mais baratos que os livros físicos o que pode ajudar na popularização da leitura, porém, ainda os leitores digitais são caros; mas como tudo o que é lançado na tecnologia, em breve esses leitores estarão custando 10% do valor de hoje.Pensemos no iPhone que chegou no Brasil por 2 mil reais e hoje você compra um (3G) por 300 reais ou no DVD onde um aparelho custava 2 mil reais e hoje se acha por 99,00 em 10X de R$ 9,90! Como digo, o "efeito Casas Bahia" onde se compra tudo em 10,20,30 meses fez com que a população consumisse mais, fazendo com que as empresas lançassem mais produtos e por isso barateassem os antigos.A empresa Positivo também vai entrar nessa. Além de editora, ela também é empresa de tecnologia e pretende lançar seu e-reader (leitor de e-book) em breve para concorrer com o iPad que deve chegar - oficialmente ao Brasil - em Outubro. Olha que belo presente de dia das crianças!Editoras, como a Brasport - que lançou meu livro - até o momento não precisam se preocupar ou ligar o alerta vermelho, pois a cultura digital nos EUA é muito maior que no Brasil, mas com certeza essas editoras devem começar a pensar em como entrar nesse mercado, talvez usar o exemplo da Saraiva que já entrou sem abandonar o tradicional livro físico ou de capa dura como chama a Amazon.Não acho que um livro matará outro, haverá sempre espaço para os livros físicos, mas que esses vão perder espaço para as compras das gerações X,Y, Z, isso vão!Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu!Participe da 1a rede para Planners Digitais do Brasil AbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: Amazon, e-books, Felipe Morais, Jeff Bezos, Livro de Planejamento, Marketing Digital, midia online, planejamento estrategico digital, Venda de E-books supera os livros físicos
IDC apresenta estudo de comportamento do usuário
Amigos.Antes de começar esse Post, quero agradecer demais os mais de 2,6 mil acessos únicos ao Blog, cada mês tem aumentado mais o acesso, o que aumenta mais ainda a minha responsabilidade em oferecer conteúdos realmente relevantes para o mercado de comunicação e marketing digital.Bom, para começar bem o mês, estou publicando um e-book gratuíto que a IDC America Latina publicou recentemente. Essa semana eu recebi uma newsletter da empresa divulgando esse download do E-book sobre o "Comportamento do usuário no mundo online".Na verdade, o download é apenas do 1o capítulo do livro, mas vale a pena dar uma olhada.Interessado? Clique aqui.Já está a venda o meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed. Brasport). Adquira já o seu!Participe da 1a rede de Planners DigitaisAbraçosFelipe Morais@plannerfelipe Marcadores: artigo de marketing digital, Comportamento do usuário no mundo online, Felipe Morais, Livro de Planejamento, midia online, planejamento estrategico digital
Marcas devem "encantar" consumidor na web
Para Barry Wacksman, executivo da R/GA, a diferença é que o consumidor online é quem vai atrás de informação quando quer comprar.
Esse é o tema do artigo publicado pela Folha de São Paulo em 28.06.2010, sobre uma conversa que a Folha teve com o exexutivo.
Em tempo: Infelizmente não tenho como colocar o link pois o artigo está fechado para não assinantes, mas recebi o texto de um amigo por e-mail, mas vou reproduzir aqui no blog, com meus “pitacos” claro.
Recentemente eu postei aqui no Blog sobre a entrada da Razorfish e R/GA no Brasil, como isso poderá impactar o mercado digital no Brasil, se elas vierem com o discurso que prometem, será interessante para o mercado.
A Razorfish e a R/GA começam suas operações no Brasil com profissionais de renome no mercado nacional, como Fernando Tassarini e Fabiano Coura respectivamente, o que pode ser interessante para nós do mercado vermos uma outra filosofia de web, mais (no bom sentido) agressiva virando benchmark e com isso incentivando que as agências sejam mais ousadas em suas campanhas e claro, que os anunciantes comprem a idéia.
O fato de que agora o “consumidor tem o poder” parece ser ignorado por algumas marcas, mas depois que a era digital deu poderes para as pessoas escolherem como e quando vão consumir programas de entretenimento e notícias, de preferência sem intervalos comerciais, as empresas estão em busca de novas formas para "encantar" o consumidor: "O contexto da mídia de massa é de interrupção. O comercial interrompe o programa de TV, a leitura no jornal", diz Barry Wacksman, vice-presidente de crescimento da agência americana R/GA, do grupo Interpublic.
"Na era digital, são as pessoas que vão em busca de informação quando querem comprar um carro, um computador ou um serviço. As empresas têm de estar preparadas para que esse contato se dê de forma a encantar o consumidor".
Como eu sempre digo, ter um site só para ter é um tiro no pé. As pessoas estão cada vez mais atrás de CONTEÚDO RELEVANTE, essa é a grande estratégia digital de hoje.
A R/GA é uma das agências mais badaladas do momento, responsável pela comunicação digital da Nike,a agência criou o Nike Plus, um chip que é colocado nos tênis da marca e que se comunica com o iPod ou o iPhone.
É ao mesmo tempo um produto/serviço e uma plataforma de comunicação que armazena informações sobre treinos e corridas e permite compartilhar essas informações de forma automática no Twitter ou em redes sociais como Facebook.
Um projeto altamente inovador, que ainda é benchmark para o mundo inteiro, uma pena – na minha opinião – que ela ainda seja benchmark e que outras marcas não ousaram como a Nike.
"Entreter, prestar serviço, facilitar a troca de informação sobre a marca entre os consumidores, há várias formas de estabelecer pontos de contato com o cliente. Esse pode ser futuro das agências” diz Wacksman
Mas para o executivo, para criar esse tipo de campanha, diz Wacksman, é preciso redesenhar as agências de publicidade que tradicionalmente, alocam 80% dos gastos dos anunciantes para compra de mídia e 20% para produção das peças e filmes, serviço que costuma ser terceirizado.
Esse é um modelo usado nas agências offline que na minha modesta opinião vai demorar muito para mudar, não que ache isso certo ou errado, mas é um modelo consolidado no Brasil que vem dando resultados para todos. Acredito sim, que a web tirou um pouco do poder da TV, Jornal e Rádio como impacto no consumidor, mas não podemos jamais achar que a web vai “matar” a mídia tradicional, mesmo porque, hoje grandes resultados (como o case do Pelé 1.284) são feitos em ações CrossMedia – on e off trabalhando junto para impactar o consumidor em momentos diferentes.
Na era digital, a proporção se inverte: os custos de veiculação são menores com muitas campanhas virais, difundindo-se gratuitamente-, e a produção consome a maior parte do orçamento: "A produção é intensiva, muitas vezes envolve o desenvolvimento de softwares, e precisa ser feita internamente, de forma integrada com o processo de criação da agência", diz o executivo.
O modelo de agência digital é sim diferente das agências tradicionais. Cada vez mais, o profissional de PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, o planner, vem ganhando importância dentro do processo, pois é ele quem entende essa nova dinâmica de consumo, novos comportamentos e tendências e desenvolve a estratégia “matadora” para atingir em cheio esse novo consumidor, seja em um aplicativo de iPhone, uma promoção no Twitter ou um hotsite de produto, esse consumidor precisa ser tratado com “carinho” pois ele está cada vez mais exigente, cada vez mais produtor de conteúdo e cada vez mais questionador e uma ação “fail” pode detonar uma marca em segundos na web.
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Participe da 1ª rede para Planners Digitais no Brasil
Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe Marcadores: Barry Wacksman, cresce o investimento em midia online, Estratégias de marketing digital, Folha de São Paulo, Livro de Planejamento, planejamento estrategico digital, R/GA, Razorfish
Tendências de comportamento
Amigos
Recentemente o Portal Mundo do Marketing publicou um estudo sobre 7 novas tendências de consumo; o estudo foi feito pelo Observatório de Tendências da Ipsos feita em várias capitais
do mundo.
Segundo matéria do portal, o objetivo dessa pesquisa é "captar tendências de consumo nas principais capitais do mundo, identificando e analisando os movimentos e fenômenos observados em nível macroeconômico, político e social e seus reflexos no consumo, no comportamento, nas manifestações culturais, na arquitetura e na propaganda".
São nos quesitos consumo e propaganda que nós profissionais de planejamento estratégico digital temos que estar bem atentos, afinal uma das nossas buscas é entender o comportamento do consumidor, no quesito de como ele compra e como faremos uma estratégia de comunicação relevante para impactar esse consumidor e claro, fazer com que ele consuma os produtos das marcas com as quais estamos trabalhando.
Claro, essa é uma das buscas dos profissionais de planejamento, eu diria que é a busca central que permeia nossas outras pesquisas como entender a concorrência, mercado e o no caso de planners digitais (como eu) o mundo da web.
Segundo a pesquisa, os 7 perfis podem ser denominados da seguinte forma:
Go Bubbles, HiperSense, Venus Fever, Living Well, ID Quest, My Way e Know Your Rights
GO BUBBLES: Pessoas que desejam tudo ao mesmo tempo agora; por um lado esse indivívuo tem acesso ilimitado a informação por outro ele não tem tempo ou ferramentas para consumir todo esse volume. Percepção de excesso começa a ser incômoda a essa perfil. A web tem papel fundamental
na construção desse perfil ao mesmo tempo que entendemos que a web produz milhares de novos conteúdos a cada segundo. Esse perfil está conectado a web, mas não ligado a todo o conteúdo. Ele filtra e seleciona o que deseja ver. Conecta aos "microcosmos" em que vive e se sente bem.
HIPERSENSE: Ser o diferente. Ousar, surpreender e ser supreendido. Sair do local comum. Desafios que aumentam sua adrenalina. Sensação de ser observado e ser o centro das atenções. Quer observar, entender. Desejo de se manifestar faz desse perfil um produtor de conteúdo que pode em alguns casos ser um formador de opiniões. Esse perfil gosta de maximizar todos os seus sentidos e expor isso a sua comunidade.
VENUS FEVER: Mudança na cultura do tradicional "homem e mulher" Não existe mais a mulher dona de casa e o marido "machão". A mulher não teme mais sua posição conquistada. Ela pode ser uma grande executiva sendo líder de dia e uma mãe carinhosa e afetuosa com filhos e marido; o homem se deu a liberdade de ser mais sensível, parceiro e vulnerável. As emoções se afloram. As pessoas são como são e não tem mais medo disso. O casal de completa, se ajuda, cresce junto.
LIVING WELL: Preocupação com o "Bem Estar". Livre de cobranças e exigências sociais. Vive como acredita que tem que viver. Cuida e se preocupa consigo mesmo, mas do que com qualquer outro assunto, mas não deixa de lado a ajuda ao próximo. Valoriza o momento presente, sem esquecer que a vida é longa.
ID QUEST: Valoriza a memória afetiva. Busca proteção nas redes de segurança. Busca do "quem sou eu" e sabe que o "eu" é formado por várias partes emocionais. Valoriza amigos e nçao importa qual o contato que tem com esse amigo (físico ou virtual). Valoriza amigos mais próximos em momentos difíceis. Se culpa pelo distanciamento com amizades que acreditam ser sólidas. Objetos são usados como pilares na busca pela sua identidade, que entende ser montada por várias frentes
MY WAY: Meu jeito em tudo. Customização como diferenciar-se perante a sociedade. Indústria tem como tendência a customização de produtos. Quero isso do meu jeito e agora. Querem participar dessa customização, fazer do seu jeito, ser o produtor. Uma a criatividade para transitar em vários estilos, atitudes e comportamentos. Quer ser único mas ser múltiplo, camaleão, age conforme o movimento mas do seu jeito.
KNOW YOUR RIGHTS: Consumir é existir, mas tem suas peculiaridades. Consome de forma ética, crítica e sofisticada. Critica o capitalismo das grandes corporações e não adere a consumos excessivos. Tem em mente o consumo responsável. Usa a rede de contatos para manifestar-se contra empresas com as quais não concorda. Compra em excesso pode comprometer imagem pessoal. são consumidores complexos e críticos.
E você se encaixa em algum desses perfis?
Lembro certa vez conversando com um professor de psicologia do consumo da Pós que fiz na Metodista, ele dizia que sempre que sai pesquisas como essas as pessoas ficam lendo, endo até achar o perfil com o qual se encaixa e como quase nunca acham, se frustram achando que são diferentes ou "fora da sociedade". Ele defendia que as pessoas tem um pouco de cada um dos perfis só que esses estudo apenas focam em uma determinada qualidade. Eu mesmo, analisando pertenço a uns 3 ou 4 perfis.
O que importa para nós, planners digitais, é entender como podemos entender cada um dos perfis e trabalhar uma estratégia eficaz na comunicação com esses públicos. São através de pesquisas que entendemos como o nosso público-alvo pertence a esses comportamentos.
O interessante desses perfis é ver como as pessoas querem se relacionar em redes, como elas se importam em ser aceitas pela sociedade em que vivem e como cada vez mais as Redes Sociais como Orkut, Twitter e Facebook ganham importância nessa necessidade de se relacionar e ser aceito, algo que Maslow já previa em seus estudos a mais de 100 anos atrás.
Tendências de comportamento são assuntos altamente relevantes para nós, planners. Temos que ficar atento a tudo pois somos nós que devemos entender a "cabeça do consumidor" e como as marcas que trabalhamos podem se relacionar com essas pessoas. Lembre-se que relacionamento gera vendas e não o contrário!
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Participe da 1a rede para Planners Digitais do Brasil.
Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe Marcadores: comportamento de consumo, Comportamento do consumidor, Consumo, Felipe Morais, Livro de Planejamento, Marketing Digital, planejamento estrategico digital, tendências de comportamento