terça-feira, 26 de agosto de 2008

Livro: Planejamento Estratégico Digital

Amigos.

Hoje vou escrever sobre uma pergunta que desde o começo do mês de Julho eu ouço:
- Felipe, como está indo o livro?

Bom, como alguns sabem - e os que não sabem, vão saber agora - no começo de julho eu assinei um contrato com a Editora Brasport para escrever o meu primeiro livro (espero que o 1o de vários...)

A história desse livro começou em agosto de 2007 quando eu era planner da CappuccinoDigitial, que detém a conta online da Editora Manole, focada em livros específicos mais do segmento médico e jurídico, porém em uma conversa informal surgiu a idéia de elaborar o livro sobre planejamento de web, que seria encabeçado pelo Anderson Bordin, eu e o Maurício Noznica que cuidávamos do planejamento da empresa.

Eu cheguei a sentar e montar a estrutura do livro, mas como muitos projetos, esse ficou parado por falta de tempo.

Logo depois da idéia, o projeto realmente parou com a minha ida para a Salles Chemistri e NeogamaBBH . Em março desse ano, quando vim para a FTPI, decidi que reativaria esse projeto.

Elaborei um release e enviei para 25 a 30 editoras. Apenas 8 editoras me responderam dizendo que só conversariam comigo quando o livro estivesse pronto, entretanto uma semana depois do envio do release, o Sérgio - sócio-editor da Brasport - me ligou do Rio de Janeiro marcando uma reunião comigo na semana seguinte - que ele estaria em São Paulo - para assinar o contrato!
Que maravilha! Era um sonho começando a se realizar!!!

Claro que com o contrato assinado eu sai espalhando para "Deus e o mundo" a novidade e agora sou sempre abordado com a frase: "Felipe, e o livro?"

Então vamos lá... o livro está caminhando a passos largos.
Confesso que nos últimos 15 dias não me dediquei muito a ele, pois surgiram imprevistos tanto na vida pessoal como na profissional, mas nada que eu não consiga contornar.
Ontem finalizei o capítulo central: Planejamento Web.
Agora, acredito que 70% do livro esteja pronto.

Essa semana prometi a mim mesmo que vou escrever pelo menos 10 páginas. Ontem escrevi 3 e hoje pretendo escrever mais 2. Acho que vou bater a meta.

Combinei com o Sérgio que o livro teria de 170 a 200 páginas. Para isso, preciso gerar pelo menos 150 páginas no word (as páginas do livro são menores que o A4).
Estou na página 86, devo escrever até a página 120 ou 125.
O resto das páginas, bom estou recrutando uma seleção - BEM MELHOR QUE A DO DUNGA, diga-se de passagem - para escrever artigos que eu possa ilustrar alguns capítulos do livro. Na verdade, pensei melhor e criei um capítulo especial para esses artigos de profissionais gabaritados do mercado digital.

Até o momento, já recebi artigos de:
Maurício Noznica - Gerente de Planejamento da CappuccinoDigital
Ruy Carneiro - Diretor da WA Consulting
Bruno Mello - Diretor do site Mundo do Marketing
Isaac Smith - Diretor de criação da V3i Interativa
Wanderlei Alencar - Analista de TI da Sky
Antonio Mafra - Gerente de web da Porto Seguro
Vivika Barone - Supervisora de atendimento da Ogilvy para Unilever
Lucas Burza e Marcelo Caricati - Sócio-diretores da Linka Links Patrocinados
Cristiane Lindner - Ex-gerente de planejamento da JWT e A1 Brasil - consultora de branding

Sem citar nomes, digo que ainda faltam alguns convidados para escrever artigos... são pessoas de mercado tão boas como as que listei acima.

Agora, como faço em todos os posts, convido você leitor ou leitora a participar desse lançamento, previsto para outubro / novembro desse ano.

Se cadastre em meu mailing para que eu lhe envie o convite. É de graça!

"Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em outubro? Mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre.
Enviarei um convite com maior prazer"

Abraços
Felipe Morais

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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Second Life ainda existe?

Amigos.
No final de 2006, eu me lembro estava na agência interativa A1 Brasil e o Second Life, ou SL, começava a surgir. Lembro que uma empresa do Rio começou a desenvolver projetos customizados para o SL, inclusive tendo como cliente principal na época a Petrobrás.
Eu e a equipe da A1 Brasil queríamos colocar nosso cliente, HSBC no SL sendo o primeiro banco a estar no metauniverso, conversamos com essa empresa do Rio para elaborarmos o projeto, entretanto, em poucos dias nosso "sonho" foi por água abaixo quando a Click colocou o Citibank primeiro.

Em abril de 2007, o assunto já era uma febre entre os brasileiros, que já eram em pouco mais de 3 meses o 2o país com mais usuários cadastrados no SL em todo o planeta, então o IG fechou uma parceria com a Kaizen Games e fundaram o Second Life Brasil.

A partir daí diversas discussões começaram a surgir em relação a ações no SL: Rentáveis ou não?
O custo para construir algo dentro do metauniverso era alto, poucos profissionais tinham capacidade de construir modelos tridimensionais e não se sabia ao certo se o retorno ao anunciante viria.
Diversos cases surgiram, como o mais famoso do mundo da Adidas, que customizou um tênis apenas para o SL, esse tênis virou uma febre entre os usuários, que compravam virtualmente para colocar em seus avatares. O resultado, foi a Adidas criando esse tênis no mundo real e vendendo milhares de pares via sua loja virtual acessada pela sua loja no SL. Há um case nacional, da Volks que vendeu em uma semana mais de 150 carros via SL. Os avatares iam a loja, faziam um teste drive no carro e fechavam negócios com vendedores - avatares. Depois iam as lojas assinar o contrato.
Mas estamos na metade de 2008 e muito se falou que o SL morreu, que as pessoas nem usavam mais, que era uma bolha a ser estourada em breve, que as pessoas não sabiam lidar muito bem com essa tecnologia, que as máquinas nacionais não tinham potencia suficiente para que as pessoas pudessem acessar, enfim, os críticos e teóricos da comunicação mataram o produto, antes mesmo dele completar um ano de vida.

Entretanto, segundo matéria publicada no site SEM Brasil, especializado em notícias sobre o mercado digital, cerca de 80% dos usuários ativos do Second Life comprariam produtos reais


Entre os usuários do Second Life, 70% afirmam ter interesse em realizar compras no metaverso. Este índice aumenta para 80% quando são calculados apenas os usuários ativos, ou seja, que visitam o ambiente ao menos uma vez por semana. "Quanto mais tempo as pessoas ficam no SL, mais elas compram", comenta o gerente de projetos do Qualibest, Ernesto Nunes, que apresentou o estudo.

Dentre os 850 entrevistados, 21% já adquiriram algum produto no mundo virtual (o número sobe para 47% dos usuários ativos). Roupas representam 92% das compras.
“Em abril, o número de usuário aumentou no Brasil não só porque o programa passou a ser em português. A partir daí, foi possível usar cartão de crédito nacional e fazer compras por meio de boleto bancário”, constata Nunes.

Na minha opinião, estamos vivendo um período onde a mídia especializada deixou um pouco de lado o SL e partiu para outros assuntos como Redes Sociais e web 2.0, mas eu ainda acredito que o SL é um fenômeno fantástico onde as marcas devem estar inseridas, mas devem saber muito bem trabalhar nesse universo. Ter uma loja virtual por exemplo e não ter uma estrutura de vendedores que do "mundo offline" comandem os avatares é jogar dinheiro fora!
O SL é uma rede de relacionamento mais avançada que Orkut ou MySpace e as empresas devem saber trabalhar isso ou os críticos estarão certo: é um tiro no pé!

"Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em outubro? Mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre.
Enviarei um convite com maior prazer"

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