Amigos.
Esse post que escrevo hoje é para indicar um livro interessante aos publicitários interativos, assim como eu.
O site ADNEWS publicou um texto sobre o livro, escrito por Conrado Adolpho abordando o tema MARKETING DIGITAL. A promessa é ser um livro para o digital como Administração em Marketing de Philip Kotler é para o offline.
Google MarketingO publicitário, consultor web e escritor Conrado Adolpho, diretor da Publiweb Marketing Digital, está lançando, pela editora Novatec, a segunda edição do maior livro de marketing digital do País, o Google Marketing. Diferentemente da primeira, que enfoca primordialmente o marketing de buscas, esta edição, além de maior e mais completa por tratar de vários assuntos relacionados ao mundo virtual, promete se tornar referência em marketing digital no Brasil.Com quase quinhentas páginas, a obra, que é a única no País a falar diretamente sobre marketing digital, além de apresentar muitos dados e números atualizados sobre o mercado de internet no Brasil, traça também as características do novo consumidor, conceitos e cases de marketing viral, blogs e outras ferramentas, a partir de exemplos vindos de empresas do próprio Google, como o Orkut, You Tube e Google Maps. “O Google é a empresa que melhor entende os desejos do consumidor moderno. No Brasil, ele tem 89% de marketing share, ou seja, ele sabe o que a sociedade está buscando, em tempo real. Pelo fato de ter este conhecimento, é uma das empresas que mais cresce no mundo e já está construindo um império de organizações direcionadas para o marketing digital, que estão dominando o mercado”, conta Conrado.Por ser o único livro sobre o tema, escrito por um brasileiro e que traz cases nacionais, a obra promete se tornar um guia definitivo. “Um livro que mostre estratégias de marketing digital que funcionem no Brasil era imprescindível no mercado. Nós, brasileiros, não podemos nos aprofundar na literatura estrangeira relacionada ao tema, pois vivemos em um país diferente, que tem sua própria cultura, visão de mercado, quantidade de usuários e interação destes com a tecnologia distinta. Como os cases citados e analisados no livro são todos do Brasil, a obra mostra exatamente o que funciona e o que não funciona aqui”, acrescenta o autor.A obra está dividida em três partes principais. A primeira apresenta o novo consumidor e o novo mercado em que ele está inserido. Já a segunda traz informações completas sobre encontrabilidade, ou seja, as ferramentas como otimização de sites e campanhas de links patrocinados, utilizadas para que um determinado site seja facilmente localizado na internet por meio dos mecanismos de busca. Por último, Conrado delineia os novos caminhos do marketing digital no Brasil, em que analisa o marketing viral e a produção de blogs, dentre outras ferramentas. “O papel da web está passando por uma grande modificação no mercado. Hoje em dia, a web é colaborativa, o que significa que não é apenas o proprietário do site responsável por seu conteúdo. Todos os usuários do mundo participam, colaboram. Estas são as premissas da web 2.0, que vem criando um novo modelo de consumidor, aquele que participa ativamente do processo”, explica Conrado. “O mundo precisa entender isso. As agências de publicidade e marketing precisam se atualizar e utilizar essas premissas para modernizarem suas campanhas, acrescentando a internet como meio de comunicação que mais cresce e se expande por todo o mundo”, afirma. Ainda segundo o autor, os empresários também precisam entender melhor o fenômeno da internet, compreender a liberdade que ganham ao utilizar as ferramentas a seu favor. “As empresas não precisam mais ficar presas a suas campanhas publicitárias, elas podem criar campanhas on-line muito mais modernas e eficazes para atingir seu público no momento em que ele está interessado em ser atingido. Esta é a principal diferença”, conclui o especialista.Abraços
Felipe Morais
Marcadores: Conrado Adolpho, Google Maps, Google Marketing, Marketing Internet, Marketing online, orkut, You Tube
Amigos.
Na semana passada, o site ADNEWS publicou uma matéria muito interessante.
Para nós, publicitários interativos, soa como música, aliás, muitos dos posts que tenho publicado aqui estão sendo assim... a gente lê e fica muito feliz. Que bom!
Cada vez mais estamos vendo paradigmas sendo quebrados, assim, estamos vendo outras empresas investindo mais na web, isso é muito importante para o mercado online, claro, mas vejo esse crescimento sustentado por alguns pilares: Crescimento do número de usuários, crescimento da banda larga, crescimento de outros centros de acesso (lan houses, escolas, bibliotecas) e os grandes cases que estão sendo construídos. O site aponta algumas marcas como Fiat, Bradesco, Ford e Pepsi que apostam muito na web. A Fiat é a marca automobilistica que mais aplica dinheiro na web; o Bradesco é um dos maiores compradores de mídia online do Brasil (falo com propriedade, pois recentemente eu era Supervisor de Mídia Online da Central de Mídia Bradesco e sei o quanto foi investido em web para 2008), a Pepsi com cases de sucesso e a Ford que tem na JWT (agência que cuida da sua conta) uma forte lado de web, com excelentes investimentos.
Essa matéria, eu acho interessante repassar na íntegra aos meus leitores:
O que empresas automobilísticas, de bebidas e bancos têm em comum?
Investimentos crescentes em marketing online baseado em links patrocinados. Na mesa redonda A Experiência das Empresas: A Internet a Serviço das Grandes Marcas, realizada durante o Seminário INFO Marketing de Busca Para Quem Busca Resultados, executivos do Bradesco, Fiat, Ford e Pepsi comentaram a atuação de suas empresas na web.
Luca Cavalcanti, diretor de marketing do Bradesco, diz que o banco conta com um orçamento de 15 milhões de reais para a publicidade online. Com 1,4 milhão de visitantes diários em seu site, ele destaca a importância das classes C e D como um público-alvo que deve merecer atenção especial.
Gustavo Siemsen, diretor de marketing Pepsi Brasil, destacou a grande disparidade entre o nível de atenção que as mídias online recebem do consumidor e o montante investido pelas empresas para atingir esse consumidor. Sem revelar cifras, Siemsen afirma que, pelo menos na Pepsi, o quadro começa a mudar. Os recursos para publicidade online saltaram de 5% para 11% do orçamento de marketing da companhia.
Jorge Stelmach, gerente de desenvolvimento de negócios da Ford na América do Sul, e João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, reforçaram a importância da web na mudança de comportamento do consumidor. Segundo eles, 70% dos clientes passam pelos sites das montadoras antes de fechar a compra pessoalmente nos pontos de venda.
Com 11% do orçamento de publicidade direcionado para internet, a Fiat chegou até a desenvolver uma campanha iniciada na internet móvel, a do Super Punto. A estratégia foi baseada em pesquisas que indicavam um alto grau de interesse em tecnologia no público-alvo da empresa para esse modelo.
Abraços
Felipe MoraisMarcadores: adnews, bradesco, Estratégias de marketing, fiat, investimento na web, Marketing Internet, Marketing online, Pepsi
80% dos brasileiros terão acesso a internet em 2010?
Amigos.
O Ministro da Ciência e Tecnologia, Sr. Sérgio Rezende, recentemente afirmou algo, que para nós, publicitários interativos soa como música... algo como ouvir em uma praia, ao entardecer, no pôr-do-sol, ao lado da sua amada, um belo Pink Floyd...
Segundo previsões, as quais eu diria super otimistas, em 2 anos, o número de usuários de Internet irá praticamente triplicar. Hoje apenas cerca de 30% do brasileiros tem acesso a web, a previsão do Ministro é que 80% da população tenha acesso.
Em uma projeção bem "chutada" digamos que em 2 anos, o Brasil tenha 200 milhões de habitantes (hoje são cerca de 186.773.388 segundo o IBGE), isso significa, segundo a previsão, que 160 milhões de pessoas - incluindo todas as classes sociais, sexos, cidades, escolaridade - terão acesso a web.
O que mais posso dizer? Se isso se concretizar mesmo, o Brasil será uma mega potência na web, afinal potencial já tem, isso atrairá mais investimentos, agências estrangeiras aplicando capital, gerando empregos e dando subsídios para que as equipes de web, que claro incluo não apenas a criação, mas também planejamento, mídia, atendimento, produção possam desenvolver grandes trabalhos, com retornos excelentes.
Segundo o Ministro Sérgio Rezende: se confirmada a previsão, o número de internautas no país deve passar dos atuais 60 milhões para pelo menos 150 milhões.
Rezende estima que até 2010 teremos 80% da população brasileira acessando regularmente a internet de uma forma ou de outra. Essa é uma meta global do ministério. O executivo diz que entre as iniciativas do governo para promover a inclusão digital está a ampliação do número de laboratórios de informática com redes de internet nas escolas públicas.
De acordo com o ministério, o passo que está sendo dado agora é a conexão desses computadores com a rede mundial de computadores. Isso está sendo feito pelas empresas de telefonia em um programa articulado com o governo – o Programa Banda Larga nas Escolas, lançado no início do mês de abril.
Rezende também mencionou a construção de telecentros para difundir o uso da internet entre as comunidades de baixa renda. O plano nacional de inclusão social e digital encabeçado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia prevê investimentos de mais de 40 bilhões de reais até o fim do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Como publicitário interativo, e forte defensor do poder da Internet na comunicação mundial, estou sentado de camarote esperando - e torcendo muito - para que essa previsão se torne uma realidade.
Acredito que o Brasil é o país com maior potencial do mundo na web, pois somos criativos, antenados, temos equipes e profissionais altamente qualificados que não devem nada para nenhum país no mundo, apenas não temos uma porcentagem de acessos como nos EUA e Europa, apenas isso, porém gosto de lembrar que mesmo com o número de usuários bem inferior, o Brasil é o campeão mundial de horas navegadas/mês por usuário, é o país onde o Google é mais acessado, 68% do Orkut é feito por brasileiros, é o país com o maior número de contas ativas no MSN, 2o país onde o YouTube é mais acessado - vejam que citei grandes players da web.
Agora é trabalhar para que a previsão se torne realidade. E quando se tornar, que estar preparados para saber como atingir os internautas!!
Abraços
Marcadores: acesso a web, internet, internet em escolas públicas, Lula, Marketing online, Ministro Ciência e Tecnologia, Programa Banda Larga nas Escolas, Sérgio Rezende, telecentros, usuários de internet
Amigos
Após um belo feriado, cá estou eu de volta ao batente e escrevendo no blog.
Mau tive tempo de ler todas as newsletters e os RSS que tenho, mas já havia separado material para publicar aqui.
Muito tem se falado em Redes Sociais. Eu mesmo cheguei a escrever aqui algumas vezes sobre essa nova febre. Recentemente escrevi um artigo que enviei a revista I Masters. Espero que seja publicado, onde abordo - entre outros - esse tema
Essa nova febre, como gosto de chamar, é algo que veio para ficar, pois a cada dia que passa as pessoas se reunem mais em torno de comunidades e as empresas/anunciantes de olho nisso querem entrar, querem falar com essas pessoas, aliás, não apenas querem falar com essas pessoas mas querem saber também, o que elas estão falando das suas marcas, afinal, anos e anos, milhões de reais, estratégias traçadas para construção de marcas, tudo isso pode ser afetado em minutos por "meia dúzia" de mediadores de comunidades que por uma experiência ruim ou por pura "diversão" detonam uma marca no ambiente web e com isso levam vários outros internautas.
Dizem que a criatividade nasce da necessidade.
No caso que vou falar nesse post, pode se incluir essa teoria.
O novo profissional do mercado surgiu junto com a grande demanda das redes sociais, que claro, não estou aqui falando apenas de Orkut, mas das milhares de redes presentes no mundo web.
Mediador de Redes Sociais, esse é o novo profissional que a web demanda.
Segundo o site IDGNow, quase 50% dos gerentes de marketing sênior dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra acreditam que o monitoramento de redes sociais e blogs deve ser um investimento das empresas, segundo um estudo da TNS Media Intelligence/Cymfony. No Brasil, os blogs têm 10 milhões de leitores e, além disso, os internautas residenciais abrem 1.300 páginas do Orkut por mês, segundo o Ibope//NetRatings.
Com o crescente engajamento dos internautas nestas ferramentas, surgiu a necessidade de um novo profissional: o ‘mediador de web 2.0’, que monitora mídias sociais - comunidades virtuais, blogs, fóruns e outros - para controlar o que estão falando de uma empresa na internet.
Na web, o consumidor insatisfeito pode atingir até 220 pessoas ao falar mal de uma empresa - muito mais que no mundo real, quando ele atinge cerca de 11 pessoas, segundo Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que monitora o boca-a-boca online sobre marcas, produtos e serviços.
De olho nessa demananda, as agências já estão buscando esse profissional e possuem até um perfil para ele O presidente da agência Riot, especializada em mídias sociais, Pedro Ivo Resende, conta que ao buscar estes profissionais, avalia seu papel na internet. “Partimos do princípio que a pessoa deva ter um blog, produzir conteúdo, usar redes sociais e ter curiosidade - isso é muito importante”, diz.
O tempo médio mensal dos usuários do Orkut é de 300 minutos, segundo o Ibope//NetRatings. Já em blogs, “considerando o WordPress e o Google Blogger, os usuários passam 6 minutos por mês”, revela o analista de mídia do Ibope, José Calazans.
Segundo o executivo, o tempo nos blogs é bem inferior às horas dedicadas ao Orkut porque “os jovens chegam neles a partir de buscadores para encontrar informações que lhe interessam naquele momento.”
Já que um usuário pode chegar a um blog que fala mal do serviço 3G da Claro, por exemplo, por simplesmente querer saber se o adotará ou não, surge a necessidade deste profissional,
mistura de habilidades de relações públicas, analista de mercado e atendimento ao consumidor - todos 2.0. Ainda não há nomenclatura oficial para este cargo.
É uma pessoa que cada vez mais analisará o sentimento do que está sendo falado, além de cruzar dados com pesquisas qualitativas. As pessoas falam espontaneamente na web, e estes profissionais reunirão o que é dito e alinharão as informações para avaliação.”Embora muitos softwares cuidem de monitorar tudo que é falado online sobre uma empresa, o profissional deve “interpretar os dados e gerar um relatório sobre o que foi dito positiva e negativamente sobre a marca”, explica Marcelo Tripoli, diretor da agência IThink.
O mercado online está cada dia passando por transformações. Surgem novas formas de impactar o consumidor, surgem novos softwares, teorias, ferramentas e profissionais, mas no fundo o que vai importar realmente é o retorno que tudo isso dará aos bolsos dos acionistas dos anunciantes.
Abraços
Felipe Morais
Marcadores: Ibope Net Ratings, IDGNow, Marketing Internet, Marketing online, midia online, orkut, redes sociais
Wal-Mart anuncia entrada no mercado on-line do Brasil
Amigos.
O E-commerce no Brasil está crescendo em uma velocidade "assustadora". O que é bom, pois a Internet tem ganho mais adeptos e mais confiança. Segundo o site Camara-e.net. o Brasil fechou 2007 com R$ 6,3 bilhões, crescimento de 43% em relação a 2006, com 20,4 milhões, acréscimo de 5,4 milhões de pedidos, atingindo 9,5 milhões, com acréscimo de 2,5 milhões de novos compradores.
O ano de 2008 promete ser ainda melhor, afinal, no mercado do e-commerce temos apenas 2 grandes varejistas: Submarino.com e Americanas.com (ambas pertencentes ao mesmo grupo), entretanto há a promessa de que grandes varejistas aderem ao "boom da web" e entrem com tudo na web.
Existe especulações de que as Casas Bahia estão preparando um projeto para derrubar a liderança do Submarino, mas enquanto o projeto não vai para o ar, outro mega-player do varejo vai "mexendo os pauzinhos"
A rede de varejo Wal-Mart informou que pretende entrar no mercado de comércio eletrônico no Brasil ainda em 2008, com um investimento de R$ 1,2 bilhões. O objetivo é aproveitar o aumento da demanda por esse tipo de serviço no Brasil.
Hector Nunez, executivo-chefe da Wal-Mart Brasil, afirma que a entrada no comércio on-line é uma parte crucial da estratégia da rede varejista no país. “Nós estamos entrando em novos canais, sendo o mais importante o lançamento do comércio eletrônico no segundo semestre deste ano”, afirmou Nunez.
Quem agradeçe é a web, que a cada dia ganha novos player na aposta de que esse é um caminho sem volta, o caminho para o futuro.
Abraços
Marcadores: Camara-e.net, E-commerce, Marketing online, Wal-Mart