Amigos.Na semana passada estive no evento SMX Brasil e muito se falou sobre uma recente pesquisa da F/Nazca dizendo que no Brasil há 50 milhões de usuários de internet, o que representa 27% da população brasileira. Sinceramente, eu não acredito muito nesse número, apesar de torcer para que ele esteja certo. Fechamos o ano de 2007 com 32 milhões de internautas e não acho que na metade de 2008 esse número saltaria para 50 milhões, o crescimento assusta mas não é impossível.
Um estudo da Global Internet Trends - GNetT indica que 41,565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais declararam ter acesso à internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais). Esse número diverge um pouco da pesquisa da F/Nazca, isso na minha opinião, só mostra que mesmo sendo empresas sérias, a medição de web no Brasil ainda não está padronizada, sendo assim, cada instituto mede de um jeito e claro, isso aponta diversas respostas.
Entretanto, prefiro ser um pouco mais pé no chão e acreditar nos números publicados recentemente na newsletter do site Imasters sobre os números de junho/2008 sobre Internet residencial, que é a única métrica do Ibope ainda, porém, o IBOPE//NetRatings tem como meta começar a medir a web como um todo: residência, empresa, lan house, bibliotecas...Segundo o estudo 22,9 milhões de pessoas usaram a internet residencial, número 1% menor do que o apurado em maio de 2008 e 26,9% maior que os 18 milhões observados em junho de 2007. A quantidade de pessoas com acesso residencial à internet, dado que é trimestral, continuou a indicar que 35,5 milhões de pessoas podem acessar a rede mundial de computadores a partir de seus lares.
Mesmo com uma queda em 36 minutos do tempo médio de navegação do usuário, o Brasil continua como o campeão mundial em hora navegada: 23h12 por pessoa.
Para Alexandre Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings: "Essas pequenas variações são esperadas, pois Junho é um mês de 30 dias e isso impacta o tempo de utilização da internet no
mês, bem como o número de pessoas que têm a oportunidade de acessar a rede. A média de tempo diária por usuário, por exemplo, é a maior que já observamos.Esse crescimento está diretamente relacionado ao grande aumento no número de mulheres na internet brasileira (com exceção para o setor imobiliário, muito masculino), onde já representam quase metade dos internautas".
O estudo mostra que as categorias com melhor desempenho por número de usuários residenciais em junho, comparando com maio, foram:
"Viagens e Turismo", com crescimento real de 7,4%, atingindo 6,614 milhões de internautas
"Casa e Moda", que cresceu 4,81% e recebeu 7,686 milhões de visitantes únicos
"Educação e Carreira",com 4,02% de aumento real no número de usuários e com visitas de 12,4 milhões de pessoas
"Governo e Empresas sem fins lucrativos", que cresceu 3,4% em número de usuários, atingindo 10,944 milhões de brasileiros,
"Finanças, Seguros e Investimentos", cujo crescimento real no período atingiu 1,06%, recebendo a visita de 9,158 milhões de brasileiros.
Por tempo de utilização por pessoa, as categorias com melhor desempenho anual foram:
"Entretenimento", com crescimento de 25% no tempo por pessoa, atingindo 3h02min por internauta,
"Casa e Moda", 24,3% de crescimento e 14min de consumo por usuário
"Finanças, Seguros e Investimentos", com 18,3% de aumento no tempo médio por pessoa e 50 minutos de uso em junho.
Prefiro ainda acreditar que no Brasil há 32 a 35 milhões de usuários da internet, mesmo torcendo muito para que o número de 50 milhões seja real e que os anunciantes começem a acreditar nele!!!
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Abraços
Felipe Morais
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Google Trends na audiência da web
Amigos.
O Google entrou na onda do Ibope e quer medir a audiência dos sites. Essa ferramenta é super importante para nós planejamentos interativos e para os mídias, uma vez que poderemos avaliar o site das nossas marcas ou defender melhor o uso de determinados sites para nossas campanhas: Google Trends sistema que permite ver quais são os sites mais populares da web e não mais apenas os termos mais buscados, como a ferramenta era conhecida a pouco tempo atrás, uma vez que a ferramenta Google Trends permitia aos usuários apenas ver quais são as palavras mais buscadas no Google, mostrar em quais regiões do mundo determinado termo é mais procurado e comparar a popularidade entre termos na busca, agora, estas características também são extensivas a quem digitar a URL de um site.
Basta entrar no sistema e digitar www.uol.com.br ou www.terra.com.br e analisar o volume de visitas diárias de cada site e um gráfico com a evolução da audiência dos sites.
Para ter acesso aos dados, é preciso ter uma conta @gmail.com, assim como em todas as ferramentas que o Google disponibiliza, o usuário precisa ser cadastrado no Gmail.
O Google explica que o serviço reúne informações de buscas e do Google Analytics e só reporta dados de sites compatíveis com seus padrões e que tenham um volume razoável de audiência.
A ferramenta, explica o Google, ainda é imprecisa pois está em fase de testes.
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Felipe Morais
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Amigos.
Por completa falta de tempo, hoje, vou publicar na íntegra uma matéria publicada na semana passada no site do ADNEWS, do meu amigo e parceiro Paulo Rosa
O Ibope tem novidades em vista para o mundo virtual.O Instituto prepara para o segundo semestre o lançamento de uma nova ferramenta capaz de mensurar a audiência da internet. A WebRF trabalhará na medição de alcance e freqüência e nasce para expandir o leque de informações disponíveis sobre a web no Brasil.Agências e anunciantes devem ser beneficiados com a novidade, em função de métricas mais concisas para apostar no meio.A WebRF deve funcionar sob o mesmo mecanismo do NetView, do Ibope//NetRatings. Neste caso, as análises são realizadas por meio de software instalado em computadores de colaboradores que representam um universo de internautas brasileiros.Outra novidade do grupo é o lançamento do "Rede Sociais", produto sobre blogs, fotologs, videolosg, comunidades online e mensagens instantâneas.O serviço será trimestral e estudará hábitos e atitudes do internauta brasileiro no ambiente de redes sociais. A metodologia será oferecida pelo IBOPE Media , que vai realizar análise demográfica aprofundada.O lançamento está marcado para esta quinta-feira e contará com a presença de representantes do Google, MySpace e AgênciaClick.Marcelo Gripa - Adnews
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Felipe Morais
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Amigos
Após um belo feriado, cá estou eu de volta ao batente e escrevendo no blog.
Mau tive tempo de ler todas as newsletters e os RSS que tenho, mas já havia separado material para publicar aqui.
Muito tem se falado em Redes Sociais. Eu mesmo cheguei a escrever aqui algumas vezes sobre essa nova febre. Recentemente escrevi um artigo que enviei a revista I Masters. Espero que seja publicado, onde abordo - entre outros - esse tema
Essa nova febre, como gosto de chamar, é algo que veio para ficar, pois a cada dia que passa as pessoas se reunem mais em torno de comunidades e as empresas/anunciantes de olho nisso querem entrar, querem falar com essas pessoas, aliás, não apenas querem falar com essas pessoas mas querem saber também, o que elas estão falando das suas marcas, afinal, anos e anos, milhões de reais, estratégias traçadas para construção de marcas, tudo isso pode ser afetado em minutos por "meia dúzia" de mediadores de comunidades que por uma experiência ruim ou por pura "diversão" detonam uma marca no ambiente web e com isso levam vários outros internautas.
Dizem que a criatividade nasce da necessidade.
No caso que vou falar nesse post, pode se incluir essa teoria.
O novo profissional do mercado surgiu junto com a grande demanda das redes sociais, que claro, não estou aqui falando apenas de Orkut, mas das milhares de redes presentes no mundo web.
Mediador de Redes Sociais, esse é o novo profissional que a web demanda.
Segundo o site IDGNow, quase 50% dos gerentes de marketing sênior dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra acreditam que o monitoramento de redes sociais e blogs deve ser um investimento das empresas, segundo um estudo da TNS Media Intelligence/Cymfony. No Brasil, os blogs têm 10 milhões de leitores e, além disso, os internautas residenciais abrem 1.300 páginas do Orkut por mês, segundo o Ibope//NetRatings.
Com o crescente engajamento dos internautas nestas ferramentas, surgiu a necessidade de um novo profissional: o ‘mediador de web 2.0’, que monitora mídias sociais - comunidades virtuais, blogs, fóruns e outros - para controlar o que estão falando de uma empresa na internet.
Na web, o consumidor insatisfeito pode atingir até 220 pessoas ao falar mal de uma empresa - muito mais que no mundo real, quando ele atinge cerca de 11 pessoas, segundo Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que monitora o boca-a-boca online sobre marcas, produtos e serviços.
De olho nessa demananda, as agências já estão buscando esse profissional e possuem até um perfil para ele O presidente da agência Riot, especializada em mídias sociais, Pedro Ivo Resende, conta que ao buscar estes profissionais, avalia seu papel na internet. “Partimos do princípio que a pessoa deva ter um blog, produzir conteúdo, usar redes sociais e ter curiosidade - isso é muito importante”, diz.
O tempo médio mensal dos usuários do Orkut é de 300 minutos, segundo o Ibope//NetRatings. Já em blogs, “considerando o WordPress e o Google Blogger, os usuários passam 6 minutos por mês”, revela o analista de mídia do Ibope, José Calazans.
Segundo o executivo, o tempo nos blogs é bem inferior às horas dedicadas ao Orkut porque “os jovens chegam neles a partir de buscadores para encontrar informações que lhe interessam naquele momento.”
Já que um usuário pode chegar a um blog que fala mal do serviço 3G da Claro, por exemplo, por simplesmente querer saber se o adotará ou não, surge a necessidade deste profissional,
mistura de habilidades de relações públicas, analista de mercado e atendimento ao consumidor - todos 2.0. Ainda não há nomenclatura oficial para este cargo.
É uma pessoa que cada vez mais analisará o sentimento do que está sendo falado, além de cruzar dados com pesquisas qualitativas. As pessoas falam espontaneamente na web, e estes profissionais reunirão o que é dito e alinharão as informações para avaliação.”Embora muitos softwares cuidem de monitorar tudo que é falado online sobre uma empresa, o profissional deve “interpretar os dados e gerar um relatório sobre o que foi dito positiva e negativamente sobre a marca”, explica Marcelo Tripoli, diretor da agência IThink.
O mercado online está cada dia passando por transformações. Surgem novas formas de impactar o consumidor, surgem novos softwares, teorias, ferramentas e profissionais, mas no fundo o que vai importar realmente é o retorno que tudo isso dará aos bolsos dos acionistas dos anunciantes.
Abraços
Felipe Morais
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