sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Profissional digital. Estamos mesmo preparados?

Amigos

Recentemente uma pesquisa da Agência Conversion foi tema até do Jornal Nacional. Em pleno ano de 2014, as faculdades de marketing, propaganda, publicidade e comunicação não falam de internet em suas grades, não preparam para o mercado digital, quem está inserido 24h por dia nesse mundo!!

Os alunos saem dos cursos não sabendo nada sobre negócios digitais, mas por mexer o dia todo, sabem tudo de Facebook, Twitter, Blog, Vlog, games online... sabem comprar nos grandes varejistas, usam o Google para pesquisa de escola e compras, sabem até vender produtos pelo Mercado Livre e ganhar um extra a mesada, mas efetivamente, não saem da faculdade sabendo que aquele mundo online é o futuro (ou presente) do varejo e que muito provavelmente, a sua vida profissional dependerá (muito ou pouco) daquele canal e que o Facebook não é apenas para postar a foto do churrasco do final de semana ou pesquisar a vida daquela garota que está afim. É muito mais do que isso.

Não é a toa que vira e mexe matérias sobre “falta de mão de obra no mercado digital” explodem em diversos sites, como o Portal Exame, que recentemente publicou uma matéria com o Wilson Lima, diretor de RH da Dafiti, um dos maiores varejistas online do Brasil e por isso, um dos que mais empregam. Para Lima, o profissional precisa conhecer mais de e-commerce do que de varejo para estar no time da Dafiti, uma vez que o profissional que conhece os 2 é quase impossível de encontrar.

O que tem se visto muito hoje são empresas tirando funcionários de outras empresas, as vezes a peso de ouro, mas há acordos entre diretores para evitar isso, manter a cordialidade em um mercado, e-commerce, que só cresce e ainda é novo no Brasil, afinal, estamos falando efetivamente de 10 anos de varejo online, sendo uma explosão mais para 2007. Isso faz com que haja poucos profissionais experientes. Quando você dize ter 5 anos de e-commerce, seu CV fica altamente valorizado, pois você vive quase que metade da vida do e-commerce no país.

A falta de profissionais no mercado digital é algo mais do que claro. Quem contrata, acaba, muitas vezes pedindo indicação dos próprios funcionários, na Dafiti, Lima faz isso, mas essa é uma prática comum no mercado, até apelidada de QI – Quem Indica. Achei interessante a Dafiti premiar o funcionário que indicar uma pessoa para o cargo, entretanto, é certamente preocupante, pois o que vemos é o mercado crescer muito rápido, mais e mais empresas querendo entrar na Internet e faltar os que fazem a diferença, os que pensam em negócios e não apenas em posts no Facebook.


A dica que fica nesse artigo é: estude! Se você faz um curso de curta duração ou um MBA/Pós no mercado digital, não ache que o professor vai levar tudo. Estude, se prepare, pois se preparar para uma aula é se preparar para o mercado. Veja o que vai além do básico, questione em sala de aula e seu chefe. Faça a diferença e as portas se abrem para você.

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Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Digital Reboot - Uma aula de Planejamento Digital

Amigos.

Sei que faz tempo que não escrevo aqui, mas a vida tem sido corrida demais e estou me dedicando bastante ao novo livro de Planejamento Estratégico Digital, que essa semana finalizo tudo para que a Editora Saraiva "coloque no forno".

Pois bem, nesse 20/10/2014, estive na ESPM, escola referência em comunicação e marketing no país aprendendo um pouco mais sobre planejamento digital. 

Para quem pergunta: "mas Felipe, você tem livro, dá aula e trabalha com isso desde 2005, o que mais vai aprender" já digo que planejamento é inquieto e tem que ter a mente sempre aberta a aprender. 

Quando você vê um cara como Fabiano Coura, VP de Estratégias Digitais da R/GA, agência multinacional de comunicação se dispondo a passar seus conhecimentos, vale a pena ir no curso e aprender, afinal, mentes inquietas aprendem sempre. Tenho levado a sério os ensinamentos do meu mestre Roberto Shinyashiki quando ele fala sobre a nossa mente ser um aquário, quando o aquário se enche de peixes, o que fazemos? Aumentamos o aquário e nossa mente tem que ser assim.

Conheci o Fabiano em 2008, na época em que trabalhei na Neogama e ele era diretor da Insula, agência No-Media da NeogamaBBH, em 2009, após o lançamento do meu livro, ele acabou me chamando para uma entrevista, não deu certo, mas mantive o contato. Já fui a outras palestras suas na ESPM no Top de Planejamento. Sempre coisas interessantes.

Bom, devidas apresentações feitas, abaixo - como de costume - seguem as anotações que fiz durante a sua aula, um verdadeiro aprendizado sobre planejamento:

  • O digital não serve apenas para apoiar campanha e sim gerar valor as marcas
  • Cliente desesperado para fazer algo tem aos montes, mas o desafio é fazer algo diferenciado e não qualquer coisa
  • Futurevision é um estudo da R/GA para entender as tendências que acontecem hoje e como podem ser usadas no mercado
  • Os clientes tem muito mais problema de negócio do que de comunicação
  • Uma agencia tem que fazer o negocio do cliente crescer, criar valor para o negócio, fazendo uma conexão entre marca e consumidor
  • É preciso a vender mais otimizado a verba do cliente
  • Mídia programática. Nos EUA, TV está vendendo mídia programática, isso não é futuro, é realidade. Não se compra mais mídia como antes, hoje se compra mídia por comportamento
  • Agências tem o poder de ideias inovadoras e transformadoras. O valor da agência é uma palavra simples: ideia!
  • Está na hora de pensar além do básico, pensar no business como um todo. O Guia Michelin, em 1900, foi um dos primeiros casos. A Michelin, vendendo produto commodities, estimulou que as pessoas usassem mais o carro, gastassem mais pneu e com isso precisassem comprar mais pneu, talvez não comprassem da marca, mas o relacionamento sentimental da marca com o consumidor era mais forte do que qualquer outra marca que apenas vendia pneu, um produto que as pessoas não gostam de comprar, compram pela necessidade
  • Não se antecipar as tendências pode quebrar empresa. Em 2002, a Blockbuster poderia ter comprando do Netflix por 50 milhões de dólares, em 2010 o Google ofereceu 18 bilhões de dólares pela Netflix e a Blockbouster quebrou
  • Hoje vender mais é usar: Tecnologia e Inovação juntos
    • WhatsApp em poucos anos se tornou um negócio de 18 bilhões de dólares
  • Fone beats. Guerrilha em Londres 2012. R/GA entregando fones para os atletas com a bandeira do país. O atleta, jovem, ganhando um produto, gostou e usou. O fone se tornou rapidamente parte do uniforme oficial. Um fone de 400 dólares foi o mais vendido nos EUA naquele ano. Lançamento de um aplicativo de musica para concorrer com o Spotfy. Em 2014, por 3,1 bilhões a Apple comprou a marca, sendo a 1ª marca que a Apple comprou na sua história
  • Planejamento é inquieto
  • Dica do Fabiano é ver o vídeo secreto da Apple quando Steve Jobs voltou ao comando - vídeo
  • Integração funcional: Mix de serviço e produto. Apple é o grande exemplo: Mac – iTunes – iPod  MusicStore (quebrou o CD, pessoas comprando uma musica e não o CD)
  • iPhone. Para ouvir música no iPod é preciso ter o iTunes e para ouvir no iTunes é preciso ter um Mac. Incorpora a marca na vida no consumidor.
  • UX na R/GA é o profissional melhor remunerado na empresa (meu grande amigo e parceiro Euripedes Magalhães vai gostar dessa...)
  • Ecossistema é retenção e logicamente mais dinheiro para a empresa na recompra, pois o consumidor se torna além de fã, se torna fiel a marca e tudo o que a marca lançar, terá fãs que vão comprar
  • Maior valor da Amazon hoje é informação, “data”
  • Marcas criando estímulos para que as pessoas possam gerar dados para elas
    • 99Taxi, iTunes, Pulseira da Nike, Amazon Prime
    • Cada vez mais, as marcas sabendo o dia a dia das pessoas e como será possível impactar o no marketing one to one
  • iPhone quer que as pessoas comprem aparelhos com mais capacidade para encher ainda mais de coisas: fotos, vídeos, apps, games...
  • Crie crises de oportunidade ou ameaça para as marcas repensarem seus negócios. Planejamento é repensar business, é transformar empresas
  • As grandes ações de comunicação são plataformas de relacionamento das pessoas e marcas
    • Por que a empresa existe e o que ela quer ser?
      • Isso é algo dificilmente questionado
      • Qual DNA? 
      • Qual jeito de fazer negócio?

Opinião Felipe sobre a aula: 
Fabiano conseguiu provocar a mente inquieta dos planejadores da sala, ao menos, foi a minha sensação, o que mais destaco no curso foi a visão da R/GA em não ser apenas uma agência de comunicação, ser uma agência de negócios, onde a agência ajuda a melhorar o negócio do cliente, tal qual Fabiano disse no começo do curso: "cliente não tem mais problema de comunicação e sim de negócio" e mostrou como a R/GA resolve. 

O exemplo bem interessante, foi o TIM Beta, projeto desenvolvido pela R/GA para a TIM que elevou, através de game e interação, na busca do capital social do jovem, as vendas de chips da TIM e com isso elevou o gasto dos jovens com a marca, não foi apenas uma comunicação e sim um novo modelo de negócio.

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Abraços e sucesso a todos
Felipe Morais
@plannerfelipe 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Google Glass. Modinha ou ferramenta para o varejo?

Amigos

Existem marcas que lançam produtos e logo viram febre entre as pessoas. Apple é mestre nisso, lança um celular, um tocador de mp3, um leitor digital de uma forma que nenhuma outra marca conseguiria, sem a menor dúvida, entretanto, o Google não fica muito atrás, seja em serviços ou produtos, o Google está sempre tentando inovar. Alguns produtos viram febre e depois morrem, outros, se tornam fortes, ganham vida e ajudam no faturamento do buscador. O Google Glass, até o momento, não parece ser uma brincadeira de adolescente ou uma moda, ele parece que veio para entre outras funções, ajudar o varejo. Não podemos esquecer que as pessoas vão achar diversos usos para o óculos e que sim, em breve ele vai estar mais presente no rosto das pessoas, mas vamos focar esse artigo apenas no segmento do varejo.

Eu acredito que o Google Glass trará experiências de marca interessantes. Vemos hoje o quanto essa experiência de marca se torna importante para as marcas varejistas, pois essas experiências estão se tornando cada vez mais importantes para a fidelidade. Se falarmos de varejo online, fidelidade, é algo extremamente importante, pois muitos apostam que o futuro do e-commerce será a recompra e só se compra novamente de marcas confiáveis. Por exemplo, você pode tomar Coca-Cola em um boteco de esquina ou em um famoso restaurante, vai pagar mais caro, mas compra porque é Coca-Cola, confia. Já comer nesse boteco...

Uma matéria do site Adnews, mostrou como o Ponto Frio vai usar o Google Glass para trazer experiências online nas lojas físicas. Acho isso fantástico e no meu modo de entender, isso se torna uma ação Omnichannel, palavra que estou cada dia mais “apaixonado”, pois acredito demais que os mundos on e offline possam se falar e isso será sensacional para o varejo. Ainda vivemos, infelizmente, uma briga entre os departamentos online e offline das marcas, o e-commerce é visto como inimigo das lojas. Uma marca pode ter 2 unidades uma na frente da outra na rua que está tudo bem, mas ter um e-commerce, é a morte. Será que os varejistas já entenderam que o futuro será as compras online e que as lojas físicas precisam se reinventar?

O Ponto Frio vai usar QRCode e Google Glass para melhorar as vendas do produto, atrelando isso a um conteúdo exclusivo, somando ao conceito de experiência de marca, ainda, claro, ser importante para o Ponto Frio ter um projeto como esses, afinal, segundo a matéria diz, a marca se posiciona como inovadora e por isso precisa inovar. Parece óbvio, mas o que vemos de marca que coloca “inovação” nos discursos e tem medo de ter um Blog ou uma Fan Page... Ou marcas que olham projetos inovadores e dizem: “coloco o dinheiro no Google e traz retorno. Vamos manter?” Sim, mas não se posicione como inovadora, ok?

Segundo o Adnews a ação será “Um Google Glass vai conectar o visitante às sessões e produtos da loja em uma espécie de tour guiado que apresentará, de maneira interativa, as características e diferenciais dos itens, que serão lidos por meio da tecnologia QRCode. Com suporte de áudio e vídeo, o visitante será avisado em tempo real, por notificação push, que ele está na sessão de TV’s ou celulares, por exemplo”. Como disse, inovação, conteúdo, experiência, varejo. Poderia colocar hastags aqui igual as pessoas fazem no Facebook. Esses pilares movem a ação e espero ser um enorme sucesso, pois o varejo precisa disso!


Outro dia fui na Livraria Cultura e conversei com Sérgio Herz, seu CEO. Falamos muito de experiência e como o online e o offline podem se ajudar. Em um evento, Herz disse que a Livraria faz campanha de Links Patrocinados para gerar tráfego nas lojas físicas. Outro dia ouvi de uma marca de moda que havia a ideia de fazer uma sessão de fotos, com looks da loja com uma modelo, via Google Glass e usar esse conteúdo não apenas no site e Redes Sociais, mas nas lojas apresentar nas lojas via iPads ou porta retratos eletrônicos. A ideia do iPad poderia ajudar a depois de ver o look, as pessoas comprarem online e a loja ser remunerada por isso. Por hora, isso é apenas uma ideia. Espero ver mais ações com o Google Glass que gerem vendas e não apenas “barulho nas Redes Sociais”. Barulho não vende nada!

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Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe

domingo, 17 de agosto de 2014

Pontos que mostram como o futebol brasileiro está de mal a pior

Amigos.

As vezes, os profissionais de planejamento precisam ampliar seus horizontes e buscar outras coisas, como cinema, teatro, futebol, viagens e bate papos... isso ajuda em nossos processos criativos. 

Bom, hoje, ouvindo o jogo do meu querido São Paulo FC contra o Palmeiras, me deu uma certa inspiração para escrever 70 motivos pelos quais o futebol brasileiro está indo de mal a pior. Resolvi analisar como um profissional de planejamento e tentar entender o que acontece com o nosso futebol, que em outros tempos, era forte, hoje é motivo de piada!

Entendam esse texto como um diagnóstico sobre o cenário do futebol nacional. Dentro disso é possível tomar diversos caminhos, mas não é bem isso que os dirigentes querem, ao menos é o que parece!


Pontos que mostram como o futebol brasileiro está de mal a pior:


1) SPFC e Palmeiras brigando por Alan Kardec como esse sendo um grande craque
2) Robinho, sem mercado na europa, volta como grande atração do Santos
3) Vasco na 2a divisão
4) Dunga reassume a seleção brasileira
5) Corinthians em 2o lugar no campeonato com ataque criticado por não fazer gols
6) Palmeiras apostando em time Argentino
7) São Paulo anuncia grande contratação: Michel Bastos
8) Flamengo brigando para não cair para 2a divisão há alguns anos
9) Felipão reassume o Grêmio como esperança de dias melhores
10) Ceará, Bragantino e América-RN eliminando Inter-RS, SPFC e Fluminense
11) Fluminense precisa do tapetão para não cair para a 2a divisão
12) Esperanças dos times são jogadores em fim de carreira: Kaká, Robinho, Cris, Elias, Valdivia, Rogério Ceni, Edu Dracena, Julio Baptista, Lúcio
13) Desde 2010, com Neymar, Ganso e Lucas o Brasil não revela nenhum jogador
14) Edson Silva, Jadson, Paulo Miranda, Ademilson, Fred, Alecssandro, Denilson, Romarinho, Henrique, Wellington, Osvaldo, Maicon, Willians, Biteco, Fabricio, Douglas, Jorge Henrique são titulares de grandes times
15) Tite, Mano Menezes, Muricy Ramalho - retranqueiros - são considerados os grandes técnicos no Brasil
16) Copa de 2014 tinha diversos técnicos argentinos nas seleções
17) Grandes times brasileiros sem patrocínio master, tendo milhões de torcedores
18) Desempenho fraco do Brasil na Libertadores 2014
19) Barcelona 4 X 0 Santos e depois Barcelona 8 X 0 Santos
20) Ultimo brasileiro a ser considerado o melhor do mundo: Kaká em 2007
21) Messi e Cristiano Ronaldo dominando a eleição do melhor do mundo desde 2008
22) Não conseguimos montar uma seleção de 11 jogadores com atletas apenas que atuam no Brasil
23) 2 dos 3 destaques brasileiros no exterior são zagueiros
24) Lateral Daniel Alves sendo "doado" pelo Barcelona
25) Depois de Careca, Romário, Ronaldo, Serginho Chulapa não temos um camisa 9 de respeito para a seleção
26) Não temos um Camisa 10 para comandar o meio campo da seleção
27) Depois de Taffarel, Zetti, Marcos, Dida e Rogério Ceni (esses ultimos em final de carreira) só temos 2 goleiros capazes de assumir a seleção: Victor (Atlético) e Fábio (Cruzeiro)
28) Não temos uma dupla (reserva) de zagueiros
29) Não temos um volante que dê segurança
30) Brasileiro não sabe chutar de fora da área
31) Brasileiro não sabe cruzar
32) 7x1 da Alemanha no futebol masculino
33) 5X1 da Alemanha no futebol feminino
34) Clássicos regionais com jogos sofríveis tirando torcida dos campos
35) Corinthians colocando ingressos caros para ter lucro
36) São Paulo colocando ingressos a preços baixos para ter torcida
37) Jogadores não conseguem dominar uma bola fácil
38) Altíssimas médias de passes errados por jogo
39) Clássicos onde os goleiros não fazem uma única defesa importante
40) Dança dos técnicos cada vez maiores nos times
41) Dirigentes sem o menor conhecimento de futebol administrando os times, elevando as dividas e contratando mal
42) Empresário de jogador assumindo cargo importante na seleção brasileira
43) Rejeição no Brasil a mudanças como por exemplo, ter técnicos estrangeiros
44) Técnicos com medo de demissão, armando times na defesa, fazendo centroavantes jogarem na defesa 
45) Ganso, o último camisa 10 no Brasil, jogando como volante
46) Pato como eterna promessa de um dia estourar
47) Camisa 10 da seleção na Copa do Mundo ser Oscar, jogador que se esconde em todos os jogos decisivos desde o juvenil
48) Copa de 2014, Carlos Alberto Parreira como coordenador técnico
49) Fábio Santos ser considerado por alguns jornalistas como o grande lateral esquerdo do campeonato brasileiro
50) Ademilson, camisa 9 do SPFC, não consegue chutar ou driblar e é convocado para a seleção sub-20 
51) Técnicos brasileiros não conseguem mudar o esquema do time durante o jogo
52) Torcida do SPFC implorando por Lugano em final de carreira como esperança de arrumar a defesa
53) Rivaldo jogou até 42 anos e com destque
54) Jogador mais preocupado com a cor da chuteira do que acertar chute
55) Jogadores cada vez mais mimados: Ganham muito, produzem pouco
56) Cabelo, corrente e tatuagem aparecem mais que o futebol da grande maioria dos jogadores
57) Grandes times devendo meses e mais meses de salário aos jogadores
58) Pato e Leandro Damião valendo 40 milhões de reais e não jogando nada!!!
59) Com 30 milhões de torcedores, Corinthians precisa ganhar um estádio. Nos EUA, o dono do Orlando City construiu um sozinho para 25 mil pessoas
60) Palmeiras caiu para a 2a divisão 2 vezes em 10 anos
61) Corinthians foi campeão nacional em 2005 depois do escândalo da arbitragem e no jogo contra o Inter teve um penalti escandaloso não marcado quando precisava de um empate para ser campeão em cima do Inter
62) Corinthians campeão mundial em 2000 em um torneio que ele só disputou por ser patrocinado pela mesma empresa organizadora do campeonato que teve apenas uma edição na história com aquele modelo, ganhando jogos discutíveis
63) Cruzeiro e Atlético com bons times montados por refúgios de outros times: Dagoberto, Julio Baptista, Borges, William, Jo, Ronaldinho Gaúcho, Edcarlos, Josué...
64) Grandes clássicos com menos de 20 mil torcedores  
65) Em 2013, o destaque do Santos era o Cícero
66) Mais uma Olimpíada em 2016 que o Brasil entra sem a menor esperança de medalha
67) As chances da base da seleção de 2018 ser a de 2014 são enormes por falta de opção
68) Empresário de jogador e patrocinador são as pessoas que escalam os times e seleção
69) Aos 60 anos, Zico e Junior em uma pelada acertam mais passes do que a maioria dos meio campistas que atuam no futebol
70) Thiago Silva, capitão da seleção na Copa do Mundo, chora no momento de uma decisão nos penaltis 

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Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Analista de mídias sociais e e-commerce. Do “boom” a baixa. E por que?

Amigos.

Em 2010 vivemos o grande boom das novas profissões. Analista de mídias sociais, uma das profissões criadas pela onda da Internet. As agências digitais, viram essa tendência antes das empresas, criaram departamentos de monitoramento, ações e conteúdo para as Redes Sociais. Por um tempo, esse mercado foi dominado pelas agências, até o momento em que o cliente entendeu que esse perfil precisava ficar dentro da sua estrutura de marketing, entretanto, o que tem visto é que essa comunicação não precisa ficar dentro do anunciante.

O e-commerce aconteceu a mesma coisa. Grandes marcas decidem abrir um e-commerce. Caem no conto do fácil e rápido, aliás, recentemente (julho/2014) esse conto foi contado por uma grande revista nacional, de uma importante editora, o que é um crime! Abrir um e-commerce é algo extremamente complexo e cheio de detalhes os quais se passado desapercebido, podem fazer a loja não vender nada. Ainda se discute se e-commerces são sustentáveis e rentáveis, bem, na minha modesta opinião, se bem feito, são sim.

Passado um resumo dos últimos anos nesse segmento, vem o motivo pelo qual escrevo esse artigo. Uma pesquisa publicada no Portal Mundo do Marketing (em 22/02/2014) da empresa de recrutamento Page Personnel, mostrou a queda de contratações para Midias Sociais e E-commerce, o que muito espanta, uma vez, que essas duas vagas estão entre as mais desejadas pelos profissionais de marketing digital. Para Redes Sociais, a consultoria alega que a tendência da terceirização tem feito isso. Concordo que agências, e não clientes, devem cuidar da comunicação digital das marcas nas Redes Sociais, claro, obedecendo as políticas da empresas e boas práticas das Redes. Lembre-se, as Redes Sociais tem se tornado um ambiente onde é preciso pisar em ovos diariamente, pois qualquer coisa, vira piada! Recentemente, a cantora Kelly Key tentou usar o famoso “crowdsoursing” para que os internautas criassem um logo para ela. No primeiro momento, uma ideia muito legal, afinal, até Phillip Kotler disse que o crowdsourcing é o futuro do marketing para as marcas. Não demorou muito para a cantora ser motivo de piada nas Redes Sociais.

Para o e-commerce, a consultoria acredita que a queda se deu pois as lojas não estão faturando o que deveriam. Algo que pode ajudar isso é a grande concorrência com a qual vive-se hoje. Por exemplo, escrevendo esse artigo, digitei “comprar celular” no Google e apenas na 1ª página vi 15 anuncios, somados a 10 resultados de busca natural. Todos lojas vendendo aparelhos. Existem milhares de lojas online, tanto as tradicionais do varejo que abriram operações online, como Ponto Frio, Magazine Luiza e Casas Bahia, como as que surgiram apenas para a Internet como Submarino e Dafiti, além disso, há os empreendedores digitais que abrem lojas, como a Blumy que tive o prazer de conhecer recentemente. A concorrência é grande, mas é preciso sobreviver nessa selva, ou o negócio morre.

E como você pode se sobressair nessa? Um dos motivos, que acredito nessa queda, é a falta de qualificação dos profissionais. Cursos de curta duração, livros, palestras, workshops, artigos e até Pós graduação ou MBAs são essenciais para o profissional, ensinam a pensar, a correr atrás, a ter uma visão marco e estratégica do marketing digital, mas não são pílulas do conhecimento. O profissional que entender isso, que estudar, se dedicar, dar “as caras”, tentar, errar, acertar, conversar, trocar experiências, pensar que o planejamento é a base das ações, pesquisar, embasar, entender, ouvir as outras pessoas, ver tendências, o que as marcas estão fazendo – sendo ou não do seu segmento – aprender diariamente são os que saem na frente. Os que acham que sabem tudo, param no tempo, e são subistituidos.


Como professor, palestrante e profissional da área, se eu pudesse dar um conselho a você, repetiria o que meu mestre Roberto Shinyashiki me ensinou: mantenha a mente aberta para aprender sempre! Valorize quem lhe passa conhecimento, converse, desafie – no bom sentido – o conhecimento. Aprenda e troque experiências. Esse profissional é o que as empresas precisam para crescer. Você é um deles? 

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Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Muito prazer, eu sou a Internet!

Amigos.

Parece que estou bem atrasado ao escrever um artigo com esse título, afinal, estamos na era da Internet, das Redes Sociais, do Mobile, dos Blogs... será mesmo?

Então, por que em pleno ano de 2014, ainda tem muita gente que acredita que “essa tal de internet pode dar certo?” e pasmem, são muitos! Em uma recente aula sobre E-commerce na Pós de Marketing Digital da Faculdade Impacta de Tecnologia, sugeri aos alunos que fizessem um trabalho. Todos fizeram e posso dizer, que me orgulhou muito o resultado, mas eu os peguei no susto quando disse: “excelentes trabalhos, mas cadê a novidade?”

Vivemos hoje um grande paradoxo: De um lado, profissionais competentes (como esses alunos) querendo inovar, fazer coisas diferentes, do outro, clientes querendo a mesma coisa, a inovação, mas sem fazer o básico! E mais, os alunos não apresentaram as novidades, eles simplesmente mostraram como trabalhar de forma simples, objetiva e em prol do resultado o que já tem por ai: Email Marketing, Buscapé, Google, site... o problema é que temos que apresentar aos anunciantes que isso não é uma ação que tem que ser feita e sim porque fazer!

Tenho 2 casos que vivi em 2013 - ano em que a Internet estava mais do que consolidada, casos que ocorreram em planejamentos de Redes Sociais, cenário digital onde vemos os grandes especialistas que não sabem fazer o básico e acreditam que apenas investir em FaceAds já é o suficiente. Será?

Para o primeiro cliente, eu montei um planejamento para esse cliente fazer sua Fan Page dar resultado. Não tinha engajamento, não convertia em vendas chovia de criticas. Montei um plano e ouvi da pessoa responsável pelo marketing: “Felipe, achei fraco seu plano. Meu estagiário faria melhor”. Engoli seco, revi o projeto, me questionei muito e então solicitei uma reunião para conversarmos, afinal, sempre estamos aprendendo e vendo onde e como melhorar: Ao chegar no cliente, abri sua FanPage e disse: “Olha seus posts. Vocês tem coisas que mais ninguém tem, nunca postam coisas relevantes. Vocês não fazem FaceAds. Os clientes estão falando com vocês por esse canal e ninguém responde. Ai você quer a inovação, quer a grande campanha e não sabe nem o que as pessoas querem” -  “Prazer, eu sou a Internet”.

Outro caso, estava fazendo posts para uma construtora. Ao fazer um post sobre um Supermercado que ficava ao lado do empreendimento, a cliente me liga: “Você está louco? Quem se preocupa em Supermercado ao lado do apartamento?” Ainda tentei dizer que o apartamento, era para solteiros (metragem não chegava a 40m) e que solteiros não cozinham e hoje em dia temos menos tempo para fazermos outras atividades que não trabalhar ou estudar. Então ouvi a frase mais linda de todas: “Felipe, você não sabe nada de Redes Sociais. Pega o folder (impresso) que fizemos, copia a foto, reescreve o texto e pronto!” Questionei a interação e continuou: “Manda ligarem para o corretor. Pessoas que perguntam no Facebook não querem comprar nada! Tudo um bando de curioso.” Questionei algumas vezes se ela entendia o público dela ou se havia feito algum curso de Redes Sociais e ela desconversava - “prazer, essa é a Internet?”

Em resumo, a inovação é sempre válida. Mas antes de pensar em fazer a mega inovação, seus e-mails são segmentados? Seu SEO está sendo bem feito? Seu site está atualizado? A Internet vive do básico também! Faça isso, entenda a fundo a plataforma que a Internet se tornou. As pessoas falam, querem ser ouvidas. As pessoas compram por que leem um comentário do amigo em uma Rede Social, que também ajuda na otimização do site. O banner na home do Uol que dá 0,002% de taxa de click, ajuda na sua venda do e-mail marketing. As pessoas que acessaram seu site hoje, podem comprar daqui 1 mês, o remarketing pode ser chato para você, mas ele pode aumentar as suas vendas em 30%, o Buscapé pode sim, ser a salvação da sua campanha, ou pode não dar em nada. E claro, a Internet vai além do Post do “gatinho fofinho dando bom dia na sua FanPage”,


Prazer, eu sou a Internet. Realmente me conhece?

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Abraços
Felipe Morais
@plannerfelipe

sábado, 7 de junho de 2014

Qual o futuro dos Shoppings?

Amigos.

De volta aos vídeos de 5 minutos sobre a minha opinião, do ponto de vista estratégico, de marcas, segmentos e perfis de público.

Espero que gostem.

Postem suas opiniões aqui no Blog. Ficarei feliz em ler e responder a todos, mesmo que críticas!

http://youtu.be/UIbVbAyT8Tg

Abs