segunda-feira, 23 de junho de 2008

A fusão dos mapas online

Amigos.

No último dia 12 de junho, além do dia dos namorados, outra notícia movimentou o nosso - já tão movimentado - mercado online: Os sites Apontador e Maplink anunciam fusão e serão controladas pela holding: Apontador Maplink.
A estrutura administrativa da companhia ficará em São Paulo, na sede do Apontador, que abrigará também parte da equipe de desenvolvimento. Em Curitiba, berço do Maplink, atividades de criação também serão realizadas. A equipe estimada conjunta é de 100 pessoas.
Segundo matéria publicada no site da Revista Exame, juntas as empresas que faturaram juntas 10 milhões de reais em 2007 e tem cerca de 6 milhões de usuários únicos por mês, pretendem crescer 80%, saltando para 18 milhões de reais já em 2008 com foco em publicidade e em licenciamentos para o mercado corporativo.
“As previsões são bastante agressivas, mas o crescimento do mercado de publicidade online e dos serviços móveis trazem ventos favoráveis para nossa empresa”, diz Guilherme Gomide, CEO da holding.
Os portais permanecerão independentes, mas terão logotipos e links que identificam a marca conjunta. Além disso, o banco de dados de mapas será unificado para os dois websites, o que deverá aumentar o volume de informações disponíveis, porém, estima-se que a integração das tecnologias leve entre 12 e 18 meses para acontecer. Hoje as aplicações do Apontador são desenvolvidas principalmente em plataforma Linux e as do Maplink, em Windows, e mapeiam cerca de 1300 cidades no Brasil, além das principais localidades na Argentina, Uruguai, Chile, Venezuela, Panamá e Costa Rica.
A fusão dos portais brasileiros vem em um momento em que os serviços de localização se popularizam tanto em uso quanto em modelo de negócios. Praticamente todos os grandes nomes da internet já mantêm operações do gênero e gratuitas, entre eles o Google, com o Google Maps, a Microsoft com o Live Search Maps, e o Yahoo, com o Yahoo!Mapas.
Hoje os serviços mais procurados no Apontador são relacionados a busca de ruas e localização de estabelecimentos, enquanto no Maplink se sobressaem informações sobre rotas rodoviárias, praças de pedágio, quilometragem e consumo de combustíveis.
Entre os serviços de publicidade diferenciados que o Apontador Maplink promete está o “sponsor street” em que uma determinada empresa paga uma determinada taxa para ter sua marca ou loja evidenciadas todas as vezes em que seu endereço for buscado. Os portais também devem reforçar as parcerias com empresas de conteúdo para povoar os mapas que exibem com estabelecimentos de maior procura, como postos de gasolina, bancos, restaurantes.
“Uma possibilidade é firmar um acordo com redes de cinema para que, ao fazer uma busca, o usuário já possa visualizar as salas mais próximas e identificar a programação”, afirma Gomide.
Segundo Frederico Hohagen, diretor comercial da holding, as empresas já participaram de licitações do setor público para prestar serviços de rastreamento via internet, mas perderam principalmente em virtude de seu porte pequeno: “Ganhamos fôlego para competir nesse tipo de mercado”, relata.
Para o Apontador Maplink, no entanto, a grande oferta de serviços, como o Google Maps não tira uma fatia de usuários em potencial. “Essas ferramentas grátis não têm disponibilidade total, não oferecem suporte e ainda podem mostrar no mapa vários tipos de empresas. Uma companhia que quer usar o serviço provavelmente não está disposta a correr o risco de ter em seu próprio mapa um apontamento para o concorrente”, relata Rafael Siqueira, um dos fundadores do Apontador.

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Abraços
Felipe Morais

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